A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:
Vaga para Costureira
Experiência com Costura Reta
Vaga para Tapeceiro
Experiência mínima de 06 meses
Entre em contato: 87-3835.8208
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Vagas - Escritório, Vendedor (Pesqueira) e Entregador (Sanharó)
A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:
Vaga para Auxiliar de Escritório
Experiência mínima de 06 meses em Escritório e conhecimentos de Caixa
Ensino Médio completo
Informática Básica
Vaga para Vendedor
Experiência mínima de 06 meses
Carteira de Habilitação (no minimo) "A"
Ensino Médio completo
Vaga para Entregador (Sanharó)
Carteira de Habilitação (no minimo) "A"
Disponibilidade para realizar entregas em bicicleta, moto e carro.
Atuar em Sanharó
Entre em contato: Fone: 87-3835-8207 ou pesqueira@agenciadotrabalho.pe.gov.br
Vaga para Auxiliar de Escritório
Experiência mínima de 06 meses em Escritório e conhecimentos de Caixa
Ensino Médio completo
Informática Básica
Vaga para Vendedor
Experiência mínima de 06 meses
Carteira de Habilitação (no minimo) "A"
Ensino Médio completo
Vaga para Entregador (Sanharó)
Carteira de Habilitação (no minimo) "A"
Disponibilidade para realizar entregas em bicicleta, moto e carro.
Atuar em Sanharó
Entre em contato: Fone: 87-3835-8207 ou pesqueira@agenciadotrabalho.pe.gov.br
Como se dar bem no novo emprego?
Entrar em um novo emprego sempre cria muitas expectativas na pessoa, principalmente, nas primeiras semanas. Vem a tensão de buscar fazer tudo certo, aquele “friozinho na barriga” e saber como será o relacionamento com os demais colegas de trabalho e seus superiores. Nesse momento, existem pontos que podem influenciar de forma positiva ou negativa esse início.
Fatores como atitude, gerenciar bem o tempo, transmitir uma boa imagem, trabalhar em equipe e pontualidade, são quesitos bem analisados pelos chefes nas primeiras semanas. Para ensinar as melhores maneiras para o recém-contratado se dar bem no novo emprego, o Portal Administradores entrevistou o professor da UERJ, Julio Sergio Cardozo, consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos e autor de diversos artigos sobre gestão de negócios. Confira!
1) Ele está empregado. Agora, qual o segundo maior desafio a ser vencido?
O desafio agora é se "enturmar", ser aceito, fazer parte do grupo e conseguir as coalizões necessárias para progredir no novo emprego.
2) Quais são as principais dicas para o recém-contratado obter o máximo da sua nova oportunidade?
Prestar muita atenção no protocolo, muito das vezes não escrito. Refere-se ao comportamento dos demais e procurar não ser muito diferente. Pautar o seu comportamento por humildade, vontade de colaborar e estar sempre pronto para executar o que for solicitado com dedicação e afinco. Procurar se relacionar bem com os pares e superiores hierárquicos, aprender o modelo de liderança dos seus chefes e descobrir o que o chefe mais valoriza.
3) Quais as cinco principais aptidões necessárias para se dar bem em qualquer empresa?
Ética, espírito de colaboração, motivação, alegria e ambição para crescer.
4) Como administrar o tempo a seu favor?
O tempo é uma variável inelástica, isto é, não se recupera o tempo perdido. Procurar racionalizar as tarefas a ponto de executá-las no menor tempo possível e sempre aproveitar o tempo eventualmente disponível para aprender mais sobre a empresa, estudar para aperfeiçoar ou adquirir competências. Sempre que possível procure o chefe para conversar sobre como ajudar ainda mais a empresa a conseguir os resultados desejados.
5) Como moldar a imagem profissional correta dentro dos paramentos da nova empresa?
Prestar atenção nos demais e ver como eles agem. Fazer as perguntas pertinentes durante as sessões de engajamento. Normalmente, as empresas têm eventos para novos funcionários famializarem com as regras, normas e protocolos.
6) O trabalho de equipe é fundamental para demonstrar o seu potencial. O que fazer quando não se está integrado a alguma equipe?
Descobrir porque não está se integrando, conversando francamente com o chefe. Pode ser que o problema seja da própria pessoa. Em alguns casos, é melhor procurar outro lugar. É uma decisão exclusivamente pessoal. Não se deve ficar em um lugar onde não se está feliz.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/como_se_dar_bem_no_novo_emprego/25897
Fatores como atitude, gerenciar bem o tempo, transmitir uma boa imagem, trabalhar em equipe e pontualidade, são quesitos bem analisados pelos chefes nas primeiras semanas. Para ensinar as melhores maneiras para o recém-contratado se dar bem no novo emprego, o Portal Administradores entrevistou o professor da UERJ, Julio Sergio Cardozo, consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos e autor de diversos artigos sobre gestão de negócios. Confira!
1) Ele está empregado. Agora, qual o segundo maior desafio a ser vencido?
O desafio agora é se "enturmar", ser aceito, fazer parte do grupo e conseguir as coalizões necessárias para progredir no novo emprego.
2) Quais são as principais dicas para o recém-contratado obter o máximo da sua nova oportunidade?
Prestar muita atenção no protocolo, muito das vezes não escrito. Refere-se ao comportamento dos demais e procurar não ser muito diferente. Pautar o seu comportamento por humildade, vontade de colaborar e estar sempre pronto para executar o que for solicitado com dedicação e afinco. Procurar se relacionar bem com os pares e superiores hierárquicos, aprender o modelo de liderança dos seus chefes e descobrir o que o chefe mais valoriza.
3) Quais as cinco principais aptidões necessárias para se dar bem em qualquer empresa?
Ética, espírito de colaboração, motivação, alegria e ambição para crescer.
4) Como administrar o tempo a seu favor?
O tempo é uma variável inelástica, isto é, não se recupera o tempo perdido. Procurar racionalizar as tarefas a ponto de executá-las no menor tempo possível e sempre aproveitar o tempo eventualmente disponível para aprender mais sobre a empresa, estudar para aperfeiçoar ou adquirir competências. Sempre que possível procure o chefe para conversar sobre como ajudar ainda mais a empresa a conseguir os resultados desejados.
5) Como moldar a imagem profissional correta dentro dos paramentos da nova empresa?
Prestar atenção nos demais e ver como eles agem. Fazer as perguntas pertinentes durante as sessões de engajamento. Normalmente, as empresas têm eventos para novos funcionários famializarem com as regras, normas e protocolos.
6) O trabalho de equipe é fundamental para demonstrar o seu potencial. O que fazer quando não se está integrado a alguma equipe?
Descobrir porque não está se integrando, conversando francamente com o chefe. Pode ser que o problema seja da própria pessoa. Em alguns casos, é melhor procurar outro lugar. É uma decisão exclusivamente pessoal. Não se deve ficar em um lugar onde não se está feliz.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/como_se_dar_bem_no_novo_emprego/25897
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pense diferente!
A pressão do ensino
Anda circulando pela Internet uma historinha falsa, mas muito edificante. Nossa versão foi retirada do site do professor de ciências da computação Valdemar Serzer, da USP. Uma versão em francês (também reproduzida no site) afirma que a história é do começo do século.
Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de física que recebera nota zero. O aluno dizia merecer nota máxima. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.
Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova: Mostre como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro. A resposta do estudante foi a seguinte: Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; esse comprimento será igual à altura do edifício.
Sem dúvida a resposta satisfazia o enunciado, e por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha respondido à questão, mas sua resposta não comprovava conhecimentos de física, que era objeto da prova. Sugeri então que ele fizesse outra tentativa de responder à questão. Meu colega concordou prontamente e, para minha surpresa, o aluno também.
Segundo o acordo, ele teria 6 minutos para responder à questão, demonstrando algum conhecimento de física. Passados 5 minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida. Mas o estudante anunciou que não havia desistido. Ele estava apenas escolhendo uma entre as várias respostas que concebera.
De fato, um minuto depois ele me entregou esta resposta: Vá ao alto do edifício, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = (1/2)gt2, calcule a altura do edifício. Nesse momento, sugeri ao meu colega que entregasse os pontos e, embora contrafeito, ele deu uma nota quase máxima ao aluno.
Quando ia saindo da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
Ele disse: Ah! Sim, há muitas maneiras de achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro. Por exemplo: num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra-de-três, determina-se a altura do edifício. Um outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas tem-se a altura do edifício em unidades barométricas. Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo com um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, obtêm-se duas acelerações diferentes, e a altura do edifício pode ser calculada com base nessa diferença.
Se não for cobrada uma solução física para o problema, existem muitas outras respostas. Minha preferida é bater à porta do zelador do prédio e dizer: ‘Caro zelador, se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei este barômetro’. A essa altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta esperada para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava farto das tentativas do colégio e dos professores de dizer como ele deveria pensar.
Fonte: PARA que serve um barômetro? Disponível em: <www.ufpa.br>. Acesso em: 24 jan. 2007.
Anda circulando pela Internet uma historinha falsa, mas muito edificante. Nossa versão foi retirada do site do professor de ciências da computação Valdemar Serzer, da USP. Uma versão em francês (também reproduzida no site) afirma que a história é do começo do século.
Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de física que recebera nota zero. O aluno dizia merecer nota máxima. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.
Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova: Mostre como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro. A resposta do estudante foi a seguinte: Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; esse comprimento será igual à altura do edifício.
Sem dúvida a resposta satisfazia o enunciado, e por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha respondido à questão, mas sua resposta não comprovava conhecimentos de física, que era objeto da prova. Sugeri então que ele fizesse outra tentativa de responder à questão. Meu colega concordou prontamente e, para minha surpresa, o aluno também.
Segundo o acordo, ele teria 6 minutos para responder à questão, demonstrando algum conhecimento de física. Passados 5 minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida. Mas o estudante anunciou que não havia desistido. Ele estava apenas escolhendo uma entre as várias respostas que concebera.
De fato, um minuto depois ele me entregou esta resposta: Vá ao alto do edifício, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = (1/2)gt2, calcule a altura do edifício. Nesse momento, sugeri ao meu colega que entregasse os pontos e, embora contrafeito, ele deu uma nota quase máxima ao aluno.
Quando ia saindo da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
Ele disse: Ah! Sim, há muitas maneiras de achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro. Por exemplo: num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra-de-três, determina-se a altura do edifício. Um outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas tem-se a altura do edifício em unidades barométricas. Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo com um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, obtêm-se duas acelerações diferentes, e a altura do edifício pode ser calculada com base nessa diferença.
Se não for cobrada uma solução física para o problema, existem muitas outras respostas. Minha preferida é bater à porta do zelador do prédio e dizer: ‘Caro zelador, se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei este barômetro’. A essa altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta esperada para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava farto das tentativas do colégio e dos professores de dizer como ele deveria pensar.
Fonte: PARA que serve um barômetro? Disponível em: <www.ufpa.br>. Acesso em: 24 jan. 2007.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Vagas
A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:
Vagas para:
Vendedor
Balconista
Montador de Móveis
Gerente
*Todos exigem experiência mínima de 06 meses na área, Ensino Médio completo e Informática Básica (exceto para Montador de Móveis).
*Entre em contato através do telefone (87) 3835-8207
Vagas para:
Vendedor
Balconista
Montador de Móveis
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*Entre em contato através do telefone (87) 3835-8207
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Todos reclamam do desemprego, mas achar os talentos está difícil
Cerca de 30% dos empregadores em todo o mundo têm dificuldade de encontrar candidatos qualificados em áreas específicas. Este é o resultado da pesquisa realizada mundialmente pela Manpower para vagas de trabalho. A pesquisa indica que, depois da crise, esta é uma das grandes preocupações dos dirigentes das empresas no enfrentamento com a concorrência.
A Pesquisa aponta respostas já identificadas em 2008, o que demonstra que o panorama continua o mesmo. Foram consultados 39 mil empregadores de 33 países para avaliar a capacidade de se encontrar o talento de que necessitam.
“Nos momentos de crise, as empresas precisam repensar suas estratégias e atitudes, realizando mais com menos recursos. Nesse contexto, o papel dos talentos se torna ainda mais importante e as empresas procuram cada vez mais aqueles que trazem para o empregador os melhores resultados.”, afirma a country manager da Right para América Latina, Elaine Saad.
Dentro do resultado levantado, a procura de profissionais mais talentosos está nas seguintes áreas:
1. Mão de Obra Especializada
2. Representantes de Vendas
3. Técnicos
4. Engenheiros
5. Pessoal Administrativo/Executivos
6. Pessoal de Contabilidade & Finanças
7. Mão de Obra Não Especializada
8. Operadores de Produção
9. Assistentes Administrativos / Pessoais
10. Motoristas
A Pesquisa
Os empregadores com maior dificuldade de encontrar as pessoas certas para preencher posições localizam-se na Romênia (62%), Taiwan (62%), Peru (56%), Japão (55%), Austrália (49%), Costa Rica (48%) e Polônia (48%). A escassez de talentos parece menos problemática na Irlanda (5%), Espanha (8%), Reino Unido (11%), China (15%) e República Checa (17%).
Em comparação com 2008, empregadores mencionam que a escassez de talentos é consideravelmente menos invasiva em Hong Kong (queda de 24 pontos porcentuais), Noruega (queda de 21 pontos porcentuais), República Checa e Cingapura (em cada uma, queda de 20 pontos porcentuais) e Espanha (queda de 19 pontos porcentuais).
Américas
Nas Américas, a pesquisa mostra que 36% dos empregadores da região encontram dificuldades para preencher posições devido à falta de talento adequado nos respectivos mercados. Trata-se de um aumento de oito pontos porcentuais em comparação com a pesquisa de 2008, sendo seis pontos porcentuais superior à média global.
As vagas para técnicos são as mais difíceis de serem preenchidas nas Américas pelo segundo ano consecutivo. Depois de não aparecer entre as 10 principais posições mais difíceis de preencher na pesquisa de 2008, os empregadores classificaram as posições de Contabilidade & Finanças em terceiro lugar
A Dificuldade
As estratégias de administração de talentos não são mais um modelo único aplicável a qualquer circunstância, afirmou Jeffrey A. Joerres, presidente do conselho e diretor presidente (CEO) da Manpower Inc. Para ele, os empregadores necessitam rever seu processo de administração de talentos para se concentrar em novas qualidades como liderança e flexibilidade pessoal, inclusive para trabalhar em outros países.
"À medida que a falta de talentos se acentua, o treinamento e desenvolvimento serão fundamentais para os empregadores manterem e melhorar os talentos de que dispõem. Esta baixa demonstra como uma estratégia ágil para a força de trabalho é necessária para atrair e reter o talento de que uma empresa precisa para atingir sua estratégia de negócios", acrescentou Joerres.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/todos_reclamam_do_desemprego_mas_achar_os_talentos_esta_dificil/25799/
A Pesquisa aponta respostas já identificadas em 2008, o que demonstra que o panorama continua o mesmo. Foram consultados 39 mil empregadores de 33 países para avaliar a capacidade de se encontrar o talento de que necessitam.
“Nos momentos de crise, as empresas precisam repensar suas estratégias e atitudes, realizando mais com menos recursos. Nesse contexto, o papel dos talentos se torna ainda mais importante e as empresas procuram cada vez mais aqueles que trazem para o empregador os melhores resultados.”, afirma a country manager da Right para América Latina, Elaine Saad.
Dentro do resultado levantado, a procura de profissionais mais talentosos está nas seguintes áreas:
1. Mão de Obra Especializada
2. Representantes de Vendas
3. Técnicos
4. Engenheiros
5. Pessoal Administrativo/Executivos
6. Pessoal de Contabilidade & Finanças
7. Mão de Obra Não Especializada
8. Operadores de Produção
9. Assistentes Administrativos / Pessoais
10. Motoristas
A Pesquisa
Os empregadores com maior dificuldade de encontrar as pessoas certas para preencher posições localizam-se na Romênia (62%), Taiwan (62%), Peru (56%), Japão (55%), Austrália (49%), Costa Rica (48%) e Polônia (48%). A escassez de talentos parece menos problemática na Irlanda (5%), Espanha (8%), Reino Unido (11%), China (15%) e República Checa (17%).
Em comparação com 2008, empregadores mencionam que a escassez de talentos é consideravelmente menos invasiva em Hong Kong (queda de 24 pontos porcentuais), Noruega (queda de 21 pontos porcentuais), República Checa e Cingapura (em cada uma, queda de 20 pontos porcentuais) e Espanha (queda de 19 pontos porcentuais).
Américas
As vagas para técnicos são as mais difíceis de serem preenchidas nas Américas pelo segundo ano consecutivo. Depois de não aparecer entre as 10 principais posições mais difíceis de preencher na pesquisa de 2008, os empregadores classificaram as posições de Contabilidade & Finanças em terceiro lugar
A Dificuldade
As estratégias de administração de talentos não são mais um modelo único aplicável a qualquer circunstância, afirmou Jeffrey A. Joerres, presidente do conselho e diretor presidente (CEO) da Manpower Inc. Para ele, os empregadores necessitam rever seu processo de administração de talentos para se concentrar em novas qualidades como liderança e flexibilidade pessoal, inclusive para trabalhar em outros países.
"À medida que a falta de talentos se acentua, o treinamento e desenvolvimento serão fundamentais para os empregadores manterem e melhorar os talentos de que dispõem. Esta baixa demonstra como uma estratégia ágil para a força de trabalho é necessária para atrair e reter o talento de que uma empresa precisa para atingir sua estratégia de negócios", acrescentou Joerres.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/todos_reclamam_do_desemprego_mas_achar_os_talentos_esta_dificil/25799/
Pesquisas eleitorais terão que usar dados do IBGE
Os institutos de pesquisas terão que usar como base das pesquisas eleitorais os dados populacionais oficiais medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o que determina a emenda aprovada há pouco pelo Senado de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). A emenda foi apresentada ao projeto (PLC 141/09) de reforma eleitoral.
Tanto o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), quanto o do PSDB, Arthur Virgílio (AM), foram contrários à emenda, que acabou aprovada. O senador Crivella justificou a proposta como uma forma de dificultar a manipulação de pesquisas.
O Senado também aprovou hoje a manutenção da exigência de idoneidade moral e reputação ilibada, como condição para os candidatos a cargos eletivos. A exigência é prevista na emenda apresentada à reforma eleitoral pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS).
Os senandores Arthur Virgílio, Wellington Salgado (PMDB-MG) e Valter Pereira (PMDB-MS) consideraram os critérios subjetivos. No entanto, a emenda já havia sido acatada pelos relatores, os senadores Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), antes da aprovação do texto base.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/09/materia.2009-09-09.4971311717/view
Tanto o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), quanto o do PSDB, Arthur Virgílio (AM), foram contrários à emenda, que acabou aprovada. O senador Crivella justificou a proposta como uma forma de dificultar a manipulação de pesquisas.
O Senado também aprovou hoje a manutenção da exigência de idoneidade moral e reputação ilibada, como condição para os candidatos a cargos eletivos. A exigência é prevista na emenda apresentada à reforma eleitoral pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS).
Os senandores Arthur Virgílio, Wellington Salgado (PMDB-MG) e Valter Pereira (PMDB-MS) consideraram os critérios subjetivos. No entanto, a emenda já havia sido acatada pelos relatores, os senadores Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), antes da aprovação do texto base.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/09/materia.2009-09-09.4971311717/view
Inadimplência cai 13,16% em agosto
Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) caiu 13,16% em agosto, em relação a julho, e 1,38% em relação a agosto do ano passado. No acumulado do ano a queda foi de 8,8%.
Para o presidente do SPC Brasil, Roberto Alfeu, a queda acentuada de julho para agosto decorre da recuperação do emprego, do aumento da massa salarial do trabalhador, do impacto do 13º salário e da restituição do Imposto de Renda de considerável parcela dos consumidores.
Segundo Alfeu, também influenciaram o resultado a queda na taxa básica de juros (Selic) e a melhora na oferta de crédito. Entre os devedores inscritos no SPC, as mulheres figuram com 55,54% e os homens 44,46% do total.
Até agosto, as consultas ao SPC aumentaram 2,88% em 2009 na comparação com o mesmo período do ano passado. Na comparação de agosto deste ano com agosto de 2008, a alta foi de 2,59%, em razão das liquidações de inverno, da proximidade do dia dos pais e das vendas de material escolar para o segundo semestre letivo.
Alfeu acredita que a recuperação econômica do país começa refletir na redução de dívidas do consumidor. Ele destaca a redução no percentual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) adotada pelo governo para combater a crise e a ampliação do número de meses para recebimento do Seguro Desemprego estão entre as medidas medidas que aumentaram o dinheiro em circulação e favoreceram a redução do endividamento do público.
Para ele, "tudo estaria melhor, no entanto, se o governo reduzisse o gasto público". O que segurou a economia brasileira em face da crise mundial, conforme avalia, foi o fato de o país consumir 85% do que produz, enquanto exporta apenas 15% do total. Em outros países, lembra Alfeu, as pequenas e micro empresas demitiram bastante, o que não aconteceu no Brasil, onde elas contratam até 8 empregados e seguram a economia.
As classes C e D, segundo ele continuam consumindo bem no país, o que deve garantir bons resultados para a economia até o final do ano, quando também estarão circulando os recursos da restituição do Imposto de Renda e do 13º salário.
Segundo o presidente do CDL, há segmentos que já começam a ampliar seus negócios em setembro, em função do Natal, e tendo em vista sua especialização, como as áreas de cosméticos e brinquedos. Tudo isso é fator de aquecimento.
Roberto Alfeu disse que o vilão da inadimplência ainda é o cartão de crédito, que coloca o consumidor num círculo vicioso quando ele usa vários e acaba caindo no sistema rotativo, pagando juros de mais de 300% ao ano, entrando num caminho de difícil volta.
Ele defende a regulamentação do setor de cartões, que segundo afirma, no passado "não pagava nem CPMF e só contribui para alavancar o sistema financeiro, sem prestar nenhum grande benefício ao público a não ser viciá-lo no endividamento".
O Serviço de Proteção ao Crédito está ligado a 700 mil pontos comerciais em todo o país. As empresas em geral comunicam a inadimplência do cliente 30 dias após o não pagamento.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/10/materia.2009-09-10.7333894378/view
Para o presidente do SPC Brasil, Roberto Alfeu, a queda acentuada de julho para agosto decorre da recuperação do emprego, do aumento da massa salarial do trabalhador, do impacto do 13º salário e da restituição do Imposto de Renda de considerável parcela dos consumidores.
Segundo Alfeu, também influenciaram o resultado a queda na taxa básica de juros (Selic) e a melhora na oferta de crédito. Entre os devedores inscritos no SPC, as mulheres figuram com 55,54% e os homens 44,46% do total.
Até agosto, as consultas ao SPC aumentaram 2,88% em 2009 na comparação com o mesmo período do ano passado. Na comparação de agosto deste ano com agosto de 2008, a alta foi de 2,59%, em razão das liquidações de inverno, da proximidade do dia dos pais e das vendas de material escolar para o segundo semestre letivo.
Alfeu acredita que a recuperação econômica do país começa refletir na redução de dívidas do consumidor. Ele destaca a redução no percentual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) adotada pelo governo para combater a crise e a ampliação do número de meses para recebimento do Seguro Desemprego estão entre as medidas medidas que aumentaram o dinheiro em circulação e favoreceram a redução do endividamento do público.
Para ele, "tudo estaria melhor, no entanto, se o governo reduzisse o gasto público". O que segurou a economia brasileira em face da crise mundial, conforme avalia, foi o fato de o país consumir 85% do que produz, enquanto exporta apenas 15% do total. Em outros países, lembra Alfeu, as pequenas e micro empresas demitiram bastante, o que não aconteceu no Brasil, onde elas contratam até 8 empregados e seguram a economia.
As classes C e D, segundo ele continuam consumindo bem no país, o que deve garantir bons resultados para a economia até o final do ano, quando também estarão circulando os recursos da restituição do Imposto de Renda e do 13º salário.
Segundo o presidente do CDL, há segmentos que já começam a ampliar seus negócios em setembro, em função do Natal, e tendo em vista sua especialização, como as áreas de cosméticos e brinquedos. Tudo isso é fator de aquecimento.
Roberto Alfeu disse que o vilão da inadimplência ainda é o cartão de crédito, que coloca o consumidor num círculo vicioso quando ele usa vários e acaba caindo no sistema rotativo, pagando juros de mais de 300% ao ano, entrando num caminho de difícil volta.
Ele defende a regulamentação do setor de cartões, que segundo afirma, no passado "não pagava nem CPMF e só contribui para alavancar o sistema financeiro, sem prestar nenhum grande benefício ao público a não ser viciá-lo no endividamento".
O Serviço de Proteção ao Crédito está ligado a 700 mil pontos comerciais em todo o país. As empresas em geral comunicam a inadimplência do cliente 30 dias após o não pagamento.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/10/materia.2009-09-10.7333894378/view
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cuidado com os “escorregões” no ambiente de trabalho
O mercado está cada vez mais concorrido e acirrado. Cada vez mais os profissionais tendem a se preparar para obter uma carreira bem sucedida e tomar cuidado para não cometer “escorregões” ao ser admitido e, posteriormente, quando for efetivado.
Profissionais experientes ou novatos estão sujeitos a cometer alguns deslizes e podem passar por situações constrangedoras nos ambientes corporativos. No entanto, diversos mitos surgem e deixa em dúvida qual seria a melhor postura a ser tomada em determinadas situações profissionais.
Para isso, o presidente da Curriculum.com.br e especialista em relacionamento nos ambientes cooperativos, Marcelo Abrileri, fala sobre as lendas mais frequentes no âmbito corporativo e comenta cada uma delas:
1) MBA é garantia de bom emprego: não necessariamente. Ter uma boa formação ajuda e ter um MBA no currículo dá certo destaque ao candidato, mas isso não significa que o curso fica acima de qualidades muito valorizadas hoje em dia como performance, proatividade, foco em resultados, inteligência emocional e experiência na área de atuação, por exemplo. Além disso, não é toda empresa que exige MBA para cargos importantes.
2) Contratações? Só depois do Carnaval: essa máxima de o ano começar só depois das festas de Carnaval só acontece no Brasil, mas, na prática, no nosso mercado de trabalho é diferente. Logo no começo de janeiro, muitas empresas começam seus processos seletivos. Por outro lado, a concorrência tende a ser menor, pois muitos que podem aproveitam e viajam, aumentando as chances daqueles que participam.
3) Não é correto ligar para saber o resultado de uma entrevista: se a empresa contratante não deu nenhuma resposta, seja positiva ou negativa, no prazo que ela estipulou, não há nenhum problema em o profissional ligar para o responsável pelo recrutamento e seleção e tirar suas dúvidas sobre o processo seletivo. Se a postura da pessoa for objetiva e elegante, ela pode ganhar pontos por demonstrar interesse.
4) Após os 40 anos, já se está velho para o mercado: as vagas no mercado não estão restritas a pessoas jovens. Apesar das qualidades desse perfil de profissional, há chances, e não são poucas, para pessoas acima dos 40, que geralmente têm boa bagagem e experiência, necessárias a cargos de liderança. No fim, quem é atualizado se dá bem. Ao contrário do que se pensa, aqueles que têm mais de 40 e mantém o espírito dinâmico e jovem aliam a experiência à energia e tornam-se extremamente atraentes para o mercado.
5) O RH é seu amigo: apesar de o responsável pela área ser conhecido como um apoio aos colaboradores da companhia, ele não deixa de ser integrante dela e estar sob as mesmas exigências colocadas a outros funcionários. Cuidado com intimidades e comentários. Em muitos momentos, o RH é, sim, seu amigo, mas ele está lá também para ajudar a direção da empresa a desempenhar. Abrir-se demais com este departamento pode acabar sendo uma influência negativa contra o profissional.
6) Se eu trabalhar numa empresa grande, tenho estabilidade, plano de carreira e não vou precisar mais pensar em procurar emprego: engana-se quem pensa assim. Há vantagens em trabalhar nas grandes corporações, mas ela tem problemas como qualquer outra, e o profissional pode não se acostumar com uma série de pressões típicas de empresas desse tipo, ou também de não sentir que seu trabalho é reconhecido, pois ficando longe do foco das ações, sente-se pequeno frente a tudo o que é feito.
Além disso, crescimento de carreira em grandes empresas implica em jogos políticos que vão além das competências profissionais e, às vezes, para chegar a um cargo de liderança, são necessários anos, diferente de pequenas e médias empresas, onde a dinâmica é maior e diferente.
7) Focar apenas no networking se o cargo é de gerente ou superior: para cargos de gerentes e da alta diretoria, o networking é uma ferramenta importante, mas tais candidatos não podem limitar-se apenas a isso. Hoje, a Internet abriga a maioria das vagas das empresas de todos os portes. Ter um currículo virtual e interagir com os sites de recolocação profissional é essencial e oferece muitas oportunidades.
São dicas importantes que valem a pena ler com atenção e refletir, pois identificar a opção acertada é sinal que o profissional tem tudo para fugir dos deslizes no ambiente de trabalho e evoluir rumo ao sucesso.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cuidado_com_os_escorregoes_no_ambiente_de_trabalho/25679
Profissionais experientes ou novatos estão sujeitos a cometer alguns deslizes e podem passar por situações constrangedoras nos ambientes corporativos. No entanto, diversos mitos surgem e deixa em dúvida qual seria a melhor postura a ser tomada em determinadas situações profissionais.
Para isso, o presidente da Curriculum.com.br e especialista em relacionamento nos ambientes cooperativos, Marcelo Abrileri, fala sobre as lendas mais frequentes no âmbito corporativo e comenta cada uma delas:
1) MBA é garantia de bom emprego: não necessariamente. Ter uma boa formação ajuda e ter um MBA no currículo dá certo destaque ao candidato, mas isso não significa que o curso fica acima de qualidades muito valorizadas hoje em dia como performance, proatividade, foco em resultados, inteligência emocional e experiência na área de atuação, por exemplo. Além disso, não é toda empresa que exige MBA para cargos importantes.
2) Contratações? Só depois do Carnaval: essa máxima de o ano começar só depois das festas de Carnaval só acontece no Brasil, mas, na prática, no nosso mercado de trabalho é diferente. Logo no começo de janeiro, muitas empresas começam seus processos seletivos. Por outro lado, a concorrência tende a ser menor, pois muitos que podem aproveitam e viajam, aumentando as chances daqueles que participam.
3) Não é correto ligar para saber o resultado de uma entrevista: se a empresa contratante não deu nenhuma resposta, seja positiva ou negativa, no prazo que ela estipulou, não há nenhum problema em o profissional ligar para o responsável pelo recrutamento e seleção e tirar suas dúvidas sobre o processo seletivo. Se a postura da pessoa for objetiva e elegante, ela pode ganhar pontos por demonstrar interesse.
4) Após os 40 anos, já se está velho para o mercado: as vagas no mercado não estão restritas a pessoas jovens. Apesar das qualidades desse perfil de profissional, há chances, e não são poucas, para pessoas acima dos 40, que geralmente têm boa bagagem e experiência, necessárias a cargos de liderança. No fim, quem é atualizado se dá bem. Ao contrário do que se pensa, aqueles que têm mais de 40 e mantém o espírito dinâmico e jovem aliam a experiência à energia e tornam-se extremamente atraentes para o mercado.
5) O RH é seu amigo: apesar de o responsável pela área ser conhecido como um apoio aos colaboradores da companhia, ele não deixa de ser integrante dela e estar sob as mesmas exigências colocadas a outros funcionários. Cuidado com intimidades e comentários. Em muitos momentos, o RH é, sim, seu amigo, mas ele está lá também para ajudar a direção da empresa a desempenhar. Abrir-se demais com este departamento pode acabar sendo uma influência negativa contra o profissional.
6) Se eu trabalhar numa empresa grande, tenho estabilidade, plano de carreira e não vou precisar mais pensar em procurar emprego: engana-se quem pensa assim. Há vantagens em trabalhar nas grandes corporações, mas ela tem problemas como qualquer outra, e o profissional pode não se acostumar com uma série de pressões típicas de empresas desse tipo, ou também de não sentir que seu trabalho é reconhecido, pois ficando longe do foco das ações, sente-se pequeno frente a tudo o que é feito.
Além disso, crescimento de carreira em grandes empresas implica em jogos políticos que vão além das competências profissionais e, às vezes, para chegar a um cargo de liderança, são necessários anos, diferente de pequenas e médias empresas, onde a dinâmica é maior e diferente.
7) Focar apenas no networking se o cargo é de gerente ou superior: para cargos de gerentes e da alta diretoria, o networking é uma ferramenta importante, mas tais candidatos não podem limitar-se apenas a isso. Hoje, a Internet abriga a maioria das vagas das empresas de todos os portes. Ter um currículo virtual e interagir com os sites de recolocação profissional é essencial e oferece muitas oportunidades.
São dicas importantes que valem a pena ler com atenção e refletir, pois identificar a opção acertada é sinal que o profissional tem tudo para fugir dos deslizes no ambiente de trabalho e evoluir rumo ao sucesso.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cuidado_com_os_escorregoes_no_ambiente_de_trabalho/25679
Está há muito tempo desempregado? Confira quais podem ser os motivos
Mas, para alguns profissionais, a recolocação no mercado de trabalho demora mais para acontecer. Por que será que isso ocorre?
Segundo a pesquisa "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros", realizada pela Catho Online entre março e abril deste ano, com mais de 16 mil profissionais, há fatores que fazem com que o profissional permaneça mais tempo desempregado.
Distribuir poucos currículos
O principal motivo que dificulta a recolocação no mercado de trabalho, de acordo com o levantamento, é a candidatura apenas a vagas anunciadas pela empresa contratante. Ao adotar a estratégia, o profissional leva seis meses a mais para ser empregado novamente.
"Quando o profissional utiliza apenas o método de porta em porta, ou seja, de ir apenas para as empresas que ele sabe que estão contratando, se candidata a menos vagas. Logo, as chances de recolocação diminuem", ressalta a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Glaucia Santos.
Outro fator que contribui para o maior tempo sem emprego é o baixo aproveitamento nas entrevistas. Neste caso, o tempo de desemprego sobe para mais três meses e meio.
"Muitas vezes, o profissional tem um bom currículo, mas não consegue ter bom desempenho na entrevista. Os erros mais comuns nesta etapa, que podem prejudicar o candidato, são contradizer o currículo, falar mal da empresa anterior, não relatar com detalhes a sua experiência profissional, não responder ao recrutador de forma direta ou ainda usar roupas inadequadas", explica Glaucia.
Trabalho autônomo
Além disso, o profissional que trabalhava como autônomo também pode ficar um tempo a mais desempregado (+2,25 meses). Neste caso, Glaucia explica que o empregador pode pensar que o profissional vai querer manter essa atividade, comprometendo o seu rendimento no novo emprego.
A dificuldade em se adaptar à política da empresa, como o cumprimento de horários, pode ser outro empecilho para a empresa não contratar o profissional.
Acomodado ou especialista
A falta da conclusão do ensino superior também eleva em mais de um mês o tempo de desemprego do profissional.
Aquelas pessoas especializadas demais em uma determinada área também podem ficar sem emprego por mais tempo (+1,25 meses). "O profissional precisa ter uma visão genérica, ser flexível para atuar em várias áreas da empresa. Além disso, quando o profissional é extremamente especializado, por conta do alto número de cursos que ele fez, a empresa geralmente não tem condições de pagar seu salário".
Por último, a pesquisa constata que a idade também pode aumentar ligeiramente (+0,13 meses) o tempo de desemprego. "Profissionais mais velhos têm mais experiência. Logo, seu salário será maior".
Fatores positivos
Em contrapartida, se o profissional tem muita experiência profissional, o tempo que ele fica desempregado diminui (-0,16 meses). "Experiência é o principal fator de contratação", ressalta Glaucia.
O tempo de espera para a recolocação também se reduz (-0,92 meses) se o profissional aceita um salário igual ao último obtido.
Para ficar desempregado por menos tempo, a consultora aconselha que o profissional invista em recolocação. "Ele precisa investir todo o tempo possível para divulgar seu currículo em todas as ferramentas possíveis". Glaucia destaca ainda que o profissional deve visitar agências de emprego, fortalecer o seu networking, e investir em cursos de qualificação.
FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/esta_ha_muito_tempo_desempregado_confira_quais_podem_ser_os_motivos/25677
Segundo a pesquisa "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros", realizada pela Catho Online entre março e abril deste ano, com mais de 16 mil profissionais, há fatores que fazem com que o profissional permaneça mais tempo desempregado.
Distribuir poucos currículos
O principal motivo que dificulta a recolocação no mercado de trabalho, de acordo com o levantamento, é a candidatura apenas a vagas anunciadas pela empresa contratante. Ao adotar a estratégia, o profissional leva seis meses a mais para ser empregado novamente.
"Quando o profissional utiliza apenas o método de porta em porta, ou seja, de ir apenas para as empresas que ele sabe que estão contratando, se candidata a menos vagas. Logo, as chances de recolocação diminuem", ressalta a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Glaucia Santos.
Outro fator que contribui para o maior tempo sem emprego é o baixo aproveitamento nas entrevistas. Neste caso, o tempo de desemprego sobe para mais três meses e meio.
"Muitas vezes, o profissional tem um bom currículo, mas não consegue ter bom desempenho na entrevista. Os erros mais comuns nesta etapa, que podem prejudicar o candidato, são contradizer o currículo, falar mal da empresa anterior, não relatar com detalhes a sua experiência profissional, não responder ao recrutador de forma direta ou ainda usar roupas inadequadas", explica Glaucia.
Trabalho autônomo
Além disso, o profissional que trabalhava como autônomo também pode ficar um tempo a mais desempregado (+2,25 meses). Neste caso, Glaucia explica que o empregador pode pensar que o profissional vai querer manter essa atividade, comprometendo o seu rendimento no novo emprego.
A dificuldade em se adaptar à política da empresa, como o cumprimento de horários, pode ser outro empecilho para a empresa não contratar o profissional.
Acomodado ou especialista
A falta da conclusão do ensino superior também eleva em mais de um mês o tempo de desemprego do profissional.
Aquelas pessoas especializadas demais em uma determinada área também podem ficar sem emprego por mais tempo (+1,25 meses). "O profissional precisa ter uma visão genérica, ser flexível para atuar em várias áreas da empresa. Além disso, quando o profissional é extremamente especializado, por conta do alto número de cursos que ele fez, a empresa geralmente não tem condições de pagar seu salário".
Por último, a pesquisa constata que a idade também pode aumentar ligeiramente (+0,13 meses) o tempo de desemprego. "Profissionais mais velhos têm mais experiência. Logo, seu salário será maior".
Fatores positivos
Em contrapartida, se o profissional tem muita experiência profissional, o tempo que ele fica desempregado diminui (-0,16 meses). "Experiência é o principal fator de contratação", ressalta Glaucia.
O tempo de espera para a recolocação também se reduz (-0,92 meses) se o profissional aceita um salário igual ao último obtido.
Para ficar desempregado por menos tempo, a consultora aconselha que o profissional invista em recolocação. "Ele precisa investir todo o tempo possível para divulgar seu currículo em todas as ferramentas possíveis". Glaucia destaca ainda que o profissional deve visitar agências de emprego, fortalecer o seu networking, e investir em cursos de qualificação.
FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/esta_ha_muito_tempo_desempregado_confira_quais_podem_ser_os_motivos/25677
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Profissionais de Marketing são os que mais faltam em emendas de feriados
Por: Luana Cristina de Lima Magalhães
InfoMoney
InfoMoney
SÃO PAULO- Ter três dias consecutivos de descanso é o sonho de grande parte dos profissionais brasileiros, o que só costuma ser possível com os feriados nacionais.
Mas o que fazer se a empresa não autoriza o feriado prolongado? Alguns profissionais simplesmente não vão ao trabalho! Este é o caso de 43,4% daqueles que atuam na área de Marketing.
Além disso, os profissionais de Tecnologia da Informação e Sistemas (42,3%) e de Finanças e Contabilidade (38,6%) também gostam de ter dias a mais de descanso, mesmo que isso seja descontado do salário. Os dados fazem parte da pesquisa "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros", realizada pela Catho Online entre março e abril deste ano, com mais de 16 mil profissionais.
Outras áreas
Em outras áreas, a falta nas emendas de feriado também ocorre. Em Recursos Humanos, 34,3% dos profissionais disseram que tomam a atitude, mesma proporção daqueles da área de Logística/Administração de Materiais e Compras.
Já 33,6% dos que atuam em Engenharia também afirmaram que faltam na emenda de feriados. Entre os profissionais de Produção/Fábrica e Indústria, o percentual é ligeiramente menor, de 30,1%. Também emendam os profissionais de Administração Geral (29,4%), Operações (28,4%) e Vendas (25%).
Consequências
Ao faltar, o profissional pode afetar a sua imagem tanto para a empresa quanto para os seus colegas de trabalho.
"Para a empresa, o profissional passa a imagem de que é um colaborador que ela não pode contar, que não está preocupado nem interessado com a companhia. Já para os colegas de trabalho, esse profissional é visto como descomprometido, sobretudo se o seu trabalho prejudicar o trabalho da equipe em geral. Além disso, a equipe pode excluir o profissional fazendo as famosas panelinhas", alerta a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Glaucia Santos.
Além de passar uma imagem ruim, o profissional pode até ser demitido. "A empresa pode dar uma advertência e depois, se acontecer o mesmo erro, em outra ocasião, o profissional pode ser demitido por justa causa", alertou Glaucia.
Negociações
Uma forma de o profissional não sair prejudicado e, ao mesmo tempo, descansar, é tentar a negociação com a empresa. Esse procedimento pode ser adotado dependendo da área de atuação.
"A área de Marketing é mais flexível. Logo, a empresa pode negociar turnos maiores durante a semana para compensar a ausência desses colaboradores no dia anterior ou posterior ao feriado. Já em áreas de vendas e de atendimento ao cliente, isso é difícil acontecer", finaliza Glaucia.
Fonte: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1665654&path=/negocios/
Mas o que fazer se a empresa não autoriza o feriado prolongado? Alguns profissionais simplesmente não vão ao trabalho! Este é o caso de 43,4% daqueles que atuam na área de Marketing.
Além disso, os profissionais de Tecnologia da Informação e Sistemas (42,3%) e de Finanças e Contabilidade (38,6%) também gostam de ter dias a mais de descanso, mesmo que isso seja descontado do salário. Os dados fazem parte da pesquisa "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros", realizada pela Catho Online entre março e abril deste ano, com mais de 16 mil profissionais.
Outras áreas
Em outras áreas, a falta nas emendas de feriado também ocorre. Em Recursos Humanos, 34,3% dos profissionais disseram que tomam a atitude, mesma proporção daqueles da área de Logística/Administração de Materiais e Compras.
Já 33,6% dos que atuam em Engenharia também afirmaram que faltam na emenda de feriados. Entre os profissionais de Produção/Fábrica e Indústria, o percentual é ligeiramente menor, de 30,1%. Também emendam os profissionais de Administração Geral (29,4%), Operações (28,4%) e Vendas (25%).
Consequências
Ao faltar, o profissional pode afetar a sua imagem tanto para a empresa quanto para os seus colegas de trabalho.
"Para a empresa, o profissional passa a imagem de que é um colaborador que ela não pode contar, que não está preocupado nem interessado com a companhia. Já para os colegas de trabalho, esse profissional é visto como descomprometido, sobretudo se o seu trabalho prejudicar o trabalho da equipe em geral. Além disso, a equipe pode excluir o profissional fazendo as famosas panelinhas", alerta a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Glaucia Santos.
Além de passar uma imagem ruim, o profissional pode até ser demitido. "A empresa pode dar uma advertência e depois, se acontecer o mesmo erro, em outra ocasião, o profissional pode ser demitido por justa causa", alertou Glaucia.
Negociações
Uma forma de o profissional não sair prejudicado e, ao mesmo tempo, descansar, é tentar a negociação com a empresa. Esse procedimento pode ser adotado dependendo da área de atuação.
"A área de Marketing é mais flexível. Logo, a empresa pode negociar turnos maiores durante a semana para compensar a ausência desses colaboradores no dia anterior ou posterior ao feriado. Já em áreas de vendas e de atendimento ao cliente, isso é difícil acontecer", finaliza Glaucia.
Fonte: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1665654&path=/negocios/
Os segredos para fazer parte das melhores empresas para trabalhar
De acordo com o presidente do Great Place to Work, José Tolovi Jr., uma das características marcantes destas empresas é a dificuldade de ingressar nelas, porque o processo de recrutamento e seleção é mais elaborado.
"As melhores empresas não querem correr o risco de trazer a pessoa errada, o que é muito caro, e também, se a pessoa é incompatível com a equipe, atrapalha o ambiente de trabalho. Isso significa que elas procuram o profissional não só por competência, mas também pelas características pessoais", afirmou o presidente do Great Place to Work.
Outro motivo que dificulta entrar nestas empresas seria o fato de elas serem bastante procuradas, já que os próprios funcionários fazem propaganda do bom local para se trabalhar.
Passo-a-passo
Tolovi Jr. listou o que o profissional deve fazer para ingressar nas melhores empresas do Brasil para trabalhar:
- O primeiro passo é identificar o que está buscando: qual tipo de trabalho gostaria de fazer? "Não é indicado entrar por entrar, a não ser que esteja em início de carreira e tem um programa de trainee", disse Tolovi, em relação à situação em que os profissionais ainda não têm um plano de carreira sólido.
- Depois disso, é preciso analisar que tipo de empresa o atrai. Não é somente porque uma companhia está listada entre as melhores que ela deve estar no seu ranking pessoal. Pense nisso!
- Analise também se você quer trabalhar em uma empresa grande ou pequena. Neste caso, não existe melhor ou pior, mas apenas vantagens e desvantagens de escolher entre uma opção ou outra.
- Após fazer uma triagem das empresas em que você quer trabalhar, entre as melhores do País, o interessante é buscar informações sobre elas, principalmente quais as características que elas buscam nos profissionais.
Caso queira muito atuar naquela empresa, mas percebeu que seu perfil é diferente do que ela exige, nada de desespero! Existem outras que podem gostar de suas características. E é até melhor que você as busque. Um exemplo: imagine que um ambiente de trabalho é muito sério, mas você é mais extrovertido e adora contar piadas. Pode ficar mal visto, caso venha a ser contratado. Isso não prejudica sua carreira, mas pode deixar uma imagem ruim.
Em busca da seleção
Analisado todos estes aspectos, é chegado o momento de enviar o currículo, quando aquelas características que você possui - e que a empresa exige - devem estar em evidência. Nesta etapa, é bom destacar que empresas grandes são mais burocráticas, mas não no sentido ruim da palavra, somente porque têm mais etapas, por serem mais estruturadas.
Já no processo de seleção, o principal é não mentir, de maneira alguma, principalmente em relação às suas características. Mais cedo ou mais tarde isso será levado à tona.
Enfim, de acordo com Tolovi Jr., é bom destacar que uma empresa considerada excepcional por um profissional pode não ser a melhor para você. Tudo depende do seu perfil!
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/os_segredos_para_fazer_parte_das_melhores_empresas_para_trabalhar/25610/
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Vagas para Atendente de Conveniência - 1º Emprego
A Agência do Trabalho de Pesqueira esá oferecendo:
02 Vagas para Atendente de Conveniência:
Horários:
01 Vaga - das 14h às 22h
01 Vaga - das 22h às 06h
Perfil:
Primeiro Emprego
Conhecimentos em informática
*Favor, entrar em contato o mais rápido possível.
Vagas disponíveis até 04/09/2009.
02 Vagas para Atendente de Conveniência:
Horários:
01 Vaga - das 14h às 22h
01 Vaga - das 22h às 06h
Perfil:
Primeiro Emprego
Conhecimentos em informática
*Favor, entrar em contato o mais rápido possível.
Vagas disponíveis até 04/09/2009.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Jovem escolhe empresa por oportunidade de crescimento na carreira, revela pesquisa
Possibilitar o crescimento e o desenvolvimento na carreira são os principais atributos que a empresa deve oferecer aos seus jovens colaboradores, segundo mostrou a pesquisa "Empresas dos Sonhos 2009", realizada entre maio e junho deste ano pela Cia de Talentos, em parceria com a TNS.
"O ano de 2009 foi marcado pela crise, que trouxe impactos nos processos seletivos. Logo, os jovens passaram a classificar como uma empresa dos sonhos aquela em que ele possa crescer e se desenvolver", ressaltou a gerente do Núcleo de Orientação Profissional e área de Pesquisa do Grupo DMRH, Danilca Rodrigues Galdini.
Outros requisitos
Além da oportunidade de construir uma carreira sólida, os jovens brasileiros destacam que a empresa ideal deve ter um ambiente de trabalho agradável, pagar bons salários e disponibilizar bons benefícios e oferecer cursos e treinamentos.
"A empresa precisa oferecer esse pacote completo. Se ela não oferecer um pouco de cada um desses benefícios, a tendência é que o profissional peça demissão", explica Danilca, em referência ao público jovem.
Nos anos de 2005 e 2006, os jovens acreditavam que a empresa ideal era aquela que tinha uma boa imagem no mercado. "Nestes anos, aconteceram muitos escândalos na Europa e nos Estados Unidos envolvendo grandes empresas. Então, a boa imagem da corporação passou a ser o requisito essencial. Já o ano de 2008 foi marcado por muitas possibilidades, os profissionais tinham vários programas de trainee para participar, logo escolhiam aqueles que lhe ofereciam os melhores salários e benefícios", afirmou Danilca.
Fontes para a escolha da empresa
Para a maioria (60%) dos jovens brasileiros entrevistados, a escolha da empresa ideal de trabalho partiu da análise da imagem que a companhia passa por meio da boa qualidade de seus produtos e serviços.
Já 55% dos profissionais consultados disseram que utilizaram como fonte para a escolha da empresa informações divulgadas nos veículos de comunicação, como jornal, televisão, rádio, revista e blogs.
Outros 46% fizeram essa escolha por conhecer uma pessoa que trabalha ou trabalhou na empresa e 36% afirmaram que leram informações no site para basearem a sua decisão.
Fidelidade
Quando questionados sobre o tempo adequado para permanecer em uma empresa, 26% dos entrevistados responderam de seis a dez anos.
Outros 25% indicam que o tempo ideal para trabalhar em uma mesma organização é entre quatro a seis anos. Já para 19%, não há problemas na permanência na mesma empresa por mais de 20 anos. Para 16%, o tempo ideal é de 10 a 20 anos e 14% acreditam que o tempo máximo de permanência é de até quatro anos.
Sobre o estudo
A pesquisa foi realizada a partir de questionário enviado pela internet para estudantes e universitários recém formados do Brasil, Argentina e México. No Brasil, foram 26.281 respostas válidas. Já na Argentina foram 1.306 respostas válidas e no México, 1.509. A margem de erro do estudo é de 0,5% do total da amostra.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/jovem_escolhe_empresa_por_oportunidade_de_crescimento_na_carreira_revela_pesquisa/25536/
Ranking das melhores universidades do mundo tem 12 brasileiras. Confira!
O ranking Web of World Universities colocou 12 brasileiras entre as 500 melhores, sendo que a USP (Universidade de São Paulo) ficou em 38º no geral, e em primeiro lugar entre as instituições latino-americanas.
Além dessa universidade, também aparecem na lista instituições com nome forte no País, como a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Entre as 500 melhores do mundo, essas instituições estão em 115º e 134º, já entre as latino-americanas, elas estão em terceiro e quarto, respectivamente, atrás da USP e da Unam (Universidad Nacional Autónoma de México).
Mundialmente, o primeiro lugar é ocupado pelo MIT (sigla em inglês para Instituto de Tecnologia de Massachusetts), seguida por Harvard e Stanford, todas nos Estados Unidos. Aliás, as primeiras 21 colocações são ocupadas por instituições do país norte-americano.
Outras da América Latina
Ao todo, 21 universidades da América Latina foram selecionadas entre as 500 melhores do mundo, sendo 12 brasileiras e as restantes de países como México, Chile, Argentina e Colômbia.
Além das quatro já citadas, estão no ranking a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em 152º na lista mundial, seguida por UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 196º; pela UnB (Universidade de Brasília), em 204º; Universidad de Chile, em 227º; UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 241º; a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em 269º; e a Universidad de Buenos Aires, em 291º. Na tabela abaixo, é possível conferir as instituições latino-americanas e suas posições no ranking mundial:
No ranking por países com as melhores universidades, o Brasil está em 9º, atrás de Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Taiwan, Suécia, Espanha e Japão.
A lista com as melhores universidades é publicada desde 2004, duas vezes ao ano, em janeiro e julho. No total, são avaliadas mais de 17 mil instituições, sendo que o ranking final possui 6.000 universidades. Entre os quesitos considerados, estão o comprometimento dos professores e a disseminação de conhecimentos científicos.
Avaliação do MEC
Na última segunda-feira (31), o MEC (Ministério da Educação) divulgou o ICG (Índices Gerais de Cursos das Instituições). Ao contrário da Web of World Universities, o índice não classifica as universidades, faculdades e centros universitários em um ranking, mas dá notas que variam de 1 a 5, sendo que 1 e 2 são consideradas insatisfatórias e 3 é satisfatória.
No total, 2 mil instituições brasileiras foram avaliadas, entre públicas e privadas, embora 300 tenham ficado sem conceito porque não houve participação mínima de alunos de alguns cursos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), cuja nota é utilizada no CPC (Conceito Preliminar de Curso) que, por sua vez, é usado na composição do ICG.
Desse número, apenas 21 instituições obtiveram a nota máxima, entre elas estão a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre), a FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), a Facamp (Faculdade de Administração de Empresas de Campinas) e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
Por outro lado, nove instituições repetiram a nota baixa, inferior a 3, por dois anos seguidos, o que significa que não poderão abrir campi, novos cursos ou ampliar vagas até melhorar a qualidade do ensino. Para comprovar o desempenho delas, serão feitas visitas in loco às instituições. A partir dos resultados apresentados no ICG do ano passado, cerca de 400 entidades já passaram por esse processo, sendo que nove tiveram as notas mantidas abaixo de 3. Uma delas, a faculdade da Cidade de João Pinheiro, foi descredenciada.
As outras oito são: Universidade Ibirapuera (SP); Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (SP); Escola Superior de Educação Física da Alta Paulista (SP); Centro de Ensino Superior de Valença (RJ); Faculdade de Educação Física de Foz do Iguaçu (PR); Faculdades Integradas da Terra de Brasília (DF); Faculdades Integradas Espírita (PR); e Instituto de Ensino Superior Materdei (AM).
O que considerar na escolha?
Para os estudantes que estão em fase de vestibular e ainda não escolheram em qual instituição gostariam de estudar, analisar rankings como esse pode significar uma ajuda, mas não devem ser o único fator de decisão.
Buscar informações com amigos e parentes mais experientes também pode ajudar na decisão final. Atente ao programa da faculdade e ao corpo docente, para ver se condiz com suas expectativas. Também vale a pena ficar atento com os meios de comunicação, que abordam especialistas de faculdades que têm boa aceitação social.
Para o profissional inexperiente, ter no currículo o nome de uma universidade renomada pode facilitar a entrada no mercado de trabalho e, por isso, avaliar as instituições antes de fazer a opção torna-se muito importante para quem vai fazer a prova do vestibular.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/ranking_das_melhores_universidades_do_mundo_tem_12_brasileiras_confira/25531/
Além dessa universidade, também aparecem na lista instituições com nome forte no País, como a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Entre as 500 melhores do mundo, essas instituições estão em 115º e 134º, já entre as latino-americanas, elas estão em terceiro e quarto, respectivamente, atrás da USP e da Unam (Universidad Nacional Autónoma de México).
Mundialmente, o primeiro lugar é ocupado pelo MIT (sigla em inglês para Instituto de Tecnologia de Massachusetts), seguida por Harvard e Stanford, todas nos Estados Unidos. Aliás, as primeiras 21 colocações são ocupadas por instituições do país norte-americano.
Outras da América Latina
Ao todo, 21 universidades da América Latina foram selecionadas entre as 500 melhores do mundo, sendo 12 brasileiras e as restantes de países como México, Chile, Argentina e Colômbia.
Além das quatro já citadas, estão no ranking a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em 152º na lista mundial, seguida por UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 196º; pela UnB (Universidade de Brasília), em 204º; Universidad de Chile, em 227º; UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 241º; a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em 269º; e a Universidad de Buenos Aires, em 291º. Na tabela abaixo, é possível conferir as instituições latino-americanas e suas posições no ranking mundial:
| Colocação | Universidade | País |
| 38º | USP | Brasil |
| 44º | Unam | México |
| 115º | Unicamp | Brasil |
| 134º | UFSC | Brasil |
| 152º | UFRGS | Brasil |
| 196º | UFRJ | Brasil |
| 204º | UnB | Brasil |
| 227º | Universidad de Chile | Chile |
| 241º | UFMG | Brasil |
| 269º | Unesp | Brasil |
| 291º | Universidad de Buenos Aires | Argentina |
| 348º | Uaemex | México |
| 352º | UFPR | Brasil |
| 354º | PUC-Rio | Brasil |
| 385º | Universidad de Guadalajara | México |
| 386º | Universidad de Costa Rica | Costa Rica |
| 391º | Tecnológico de Monterrey | México |
| 419º | UFRN | Brasil |
| 422º | UFBA | Brasil |
| 459º | Universidad de los Andes | Colômbia |
| 497º | Universidad de Concepción | Chile |
No ranking por países com as melhores universidades, o Brasil está em 9º, atrás de Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Taiwan, Suécia, Espanha e Japão.
A lista com as melhores universidades é publicada desde 2004, duas vezes ao ano, em janeiro e julho. No total, são avaliadas mais de 17 mil instituições, sendo que o ranking final possui 6.000 universidades. Entre os quesitos considerados, estão o comprometimento dos professores e a disseminação de conhecimentos científicos.
Avaliação do MEC
Na última segunda-feira (31), o MEC (Ministério da Educação) divulgou o ICG (Índices Gerais de Cursos das Instituições). Ao contrário da Web of World Universities, o índice não classifica as universidades, faculdades e centros universitários em um ranking, mas dá notas que variam de 1 a 5, sendo que 1 e 2 são consideradas insatisfatórias e 3 é satisfatória.
No total, 2 mil instituições brasileiras foram avaliadas, entre públicas e privadas, embora 300 tenham ficado sem conceito porque não houve participação mínima de alunos de alguns cursos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), cuja nota é utilizada no CPC (Conceito Preliminar de Curso) que, por sua vez, é usado na composição do ICG.
Desse número, apenas 21 instituições obtiveram a nota máxima, entre elas estão a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre), a FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), a Facamp (Faculdade de Administração de Empresas de Campinas) e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
Por outro lado, nove instituições repetiram a nota baixa, inferior a 3, por dois anos seguidos, o que significa que não poderão abrir campi, novos cursos ou ampliar vagas até melhorar a qualidade do ensino. Para comprovar o desempenho delas, serão feitas visitas in loco às instituições. A partir dos resultados apresentados no ICG do ano passado, cerca de 400 entidades já passaram por esse processo, sendo que nove tiveram as notas mantidas abaixo de 3. Uma delas, a faculdade da Cidade de João Pinheiro, foi descredenciada.
As outras oito são: Universidade Ibirapuera (SP); Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (SP); Escola Superior de Educação Física da Alta Paulista (SP); Centro de Ensino Superior de Valença (RJ); Faculdade de Educação Física de Foz do Iguaçu (PR); Faculdades Integradas da Terra de Brasília (DF); Faculdades Integradas Espírita (PR); e Instituto de Ensino Superior Materdei (AM).
O que considerar na escolha?
Para os estudantes que estão em fase de vestibular e ainda não escolheram em qual instituição gostariam de estudar, analisar rankings como esse pode significar uma ajuda, mas não devem ser o único fator de decisão.
Buscar informações com amigos e parentes mais experientes também pode ajudar na decisão final. Atente ao programa da faculdade e ao corpo docente, para ver se condiz com suas expectativas. Também vale a pena ficar atento com os meios de comunicação, que abordam especialistas de faculdades que têm boa aceitação social.
Para o profissional inexperiente, ter no currículo o nome de uma universidade renomada pode facilitar a entrada no mercado de trabalho e, por isso, avaliar as instituições antes de fazer a opção torna-se muito importante para quem vai fazer a prova do vestibular.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/ranking_das_melhores_universidades_do_mundo_tem_12_brasileiras_confira/25531/
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