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quinta-feira, 28 de maio de 2009

URGENTE! Vaga para Supervisor de Panificadora

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vaga para Supervisor de Panificadora
O candidato deve conhecer os processos de funcionamento na área de produção e de vendas.
06 meses de experiência como balconista de padaria
Informática Básica

*Vaga válida somente hoje (28.05).

Encaminhe seu currículo para o e-mail: pesqueira@agenciadotrabalho.pe.gov.br com Assunto: Vaga para Supervisor de Panificadora.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Peço a sua consideração...


Quero comentar algo com vocês a respeito do conteúdo do nosso blog.
Este blog foi feito visando divulgar as vagas que estiverem disponíveis em nossa cidade (e região). Ele não é um "site ou blog oficial" e sim pessoal, de minha autoria.

E por ser de conteúdo volátil e pessoal, sinto um compromisso que vai além de "divulgar vagas e dicas" - que são importantes! - mas não únicas. Estão acontecendo inúmeros fatos em nosso mundo que podem ser muito bem compartilhados e discutidos com todos que têm acesso à informação desses fatos. Um exemplo: a situação da Coréia do Norte e suas ameças, é um assunto importantíssimo que poucos tê consciência disto; a sustentabilidade: que deveria ser matéria fundamental como a língua portuguesa é para nós; a desvalorização "legal" dos princípios éticos e religiosos que estão "tramitando" no Congresso, prestes a serem impostos sobre nós e poucos sabem disso...

Em suma, é muita coisa!!! A partir de hoje, além das vagas e dicas, iremos dar um conteúdo verdadeiramente pessoal com opiniões a respeito de tudo. Mas lembrem-se: não somos um blog oficial e sim pessoal (pois sei que muitos irão questionar alguns artigos que virão por aí).

Em breve estaremos expondo nossas idéias a respeito dos mais variados assuntos.

Fiquem à vontade para fazerem seus comentários...

Que o eterno e bom Deus sejam com todos!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Consultores apontam motivos que dificultam a entrada dos jovens no mercado

O mercado de trabalho para os jovens recém-formados no Brasil parece estar cada vez mais concorrido e menor. Há pouco a comemorar no que diz respeito ao emprego de jovens no Brasil. O excesso de mão-de-obra de trabalhadores mais experientes e qualificados reduz as oportunidades para aqueles que deixam a universidade ou ingressam no mercado de trabalho.

Na opinião do presidente da ABRH-DF, Manoel Oliveira, o problema está na faculdade. "As faculdades, no Brasil, raramente estimulam o empreendedorismo, formando pessoas para a busca de um emprego. Muitos jovens que hoje buscam uma vaga no mercado de trabalho e não têm sucesso, precisariam ser preparados para enxergar o mundo como empreendedores".

Qualificação

Para a presidente da ABRH-SP, Elaine Saad, a formação educacional do jovem brasileiro ainda é precária o que agrava o problema. "Normalmente, as empresas procuram profissionais com um perfil bastante completo, que nossos jovens, em geral, ainda não têm. Apenas uma minoria consegue se formar em uma instituição sólida, que garante boa formação. Assim, para solucionarmos o desemprego crônico dos jovens, seria importante prepará-los melhor para o mercado de trabalho", disse Elaine.

Uma possível solução para este problema seria a parceria entre as empresas e as universidades. Em Santa Catarina, há uma evolução dos jovens no mercado de trabalho, ainda que tímida, especialmente proporcionada pelos programas de estágio desenvolvidos por universidades e empresas, segundo explicou o presidente da ABRH-SC, José Itajara.

Estímulo aos estudos

De acordo com a vice-presidente da ABRH-PE, Sandra Camelo, embora exista uma pressão social para que os jovens entrem para o mercado de trabalho o mais cedo possível, a conclusão do ensino médio não é mais diferencial."

O prêmio salarial praticamente dobra a cada conclusão de nível educacional, o que demonstra que o lugar do jovem é na escola, por isso, eles deveriam ser apoiados e estimulados a estudar".

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/consultores_apontam_motivos_que_dificultam_a_entrada_dos_jovens_no_mercado/23321

VAGAS! URGENTE!!!

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vaga para Atendente de Farmácia
1º Emprego
Informática Básica
Ensino Médio Completo

Vaga para Atendente de Conveniência
06 meses de experiência com Vendas
Ensino Médio Completo
Informática Básica
(Trabalhar no período noturno)

Vaga para Pasteleiro/Salgados (em geral)
06 meses de experiência

PARA TER MAIS PRATICIDADE E AUMENTAR SUAS CHANCES, ENVIE SEU CURRÍCULO PARA O E-MAIL DA AGÊNCIA: pesqueira@agenciadotrabalho.pe.gov.br

*Vagas válidas até hoje (15/05).

domingo, 24 de maio de 2009

I Desafio: O mercado de trabalho está em nossas mãos!

Estamos indo além do desafio proposto: Tentaremos desenvolver as competências de uma empreendedora, orientado-a em todos os processos que cercam o mundo dos negócios!

Isso é muito melhor que o esperado! Prepararemos uma futura FORMADORA DE EMPREGOS e não mais uma futura EMPREGADA! Sentiram o peso???

Em breve traremos mais detalhes sobre a jovem Joyce, o ramo de atividade, o andamento das etapas...

Agurdem!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vagas para Escritório de Contabilidade e Lanchonete

URGENTE!

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vaga para Escritório de Contabilidade
06 meses de experiência como Auxiliar de Escritório
Ensino Médio Completo
Informática Básica

Vagas para Garçons
1º emprego

Vaga para Atendente de Lanchonete
1º emprego

*Vagas válidas até hoje (22/05/09) às 17:30 h.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Seja um líder fantástico!

Assista a um surpreendente vídeo motivacional para líderes!


Generalistas X Especialistas

Conhecer muito bem uma área específica ou ser capaz de se movimentar entre por todas, ainda que mais superficialmente? Que tipo de características de um profissional o mercado está buscando atualmente? Generalistas Vs. Especialistas. Esse é um dos temas mais discutidos quando falamos em gestão de carreira.

Em primeiro lugar, é preciso saber o que um profissional objetiva para o seu futuro. Ele pode ser um especialista muito bom e renomado em sua área de atuação, como também pode ter como objetivo assumir cargos de coordenação, gerência ou direção de uma companhia.

No primeiro caso, é recomendado que o indivíduo invista pesado na aquisição de conhecimento e faça cursos que o ajudem a aprimorar seu currículo e seu know-how. Já no segundo, em que é preciso ter uma visão mais ampla dos objetivos da organização, o pensamento estratégico e a visão global dos acontecimentos devem ser intensamente ampliados e isso é algo que vai além do simples conhecimento técnico.

O que as empresas esperam varia muito do setor em que ela atua, da experiência do candidato e também da situação financeira e estrutural em que ela se encontra. Para os juniores, por exemplo, o esperado é que sejam especialistas em determinado setor. Os novatos precisam focar em uma determinada área e, quanto melhor forem naquilo que fazem, mais chances terão de subir de cargo e pensar se querem ou não ser um generalista. Enquanto isso, os mais experientes são capazes de pensar o todo, ou seja, traçar planos de ação que envolvam diferentes áreas e pessoas com focos distintos.

Ao contrário do que muitos pensam, uma pessoa pode sim ocupar um cargo de liderança sem nunca ter passado pela parte técnica ou então não ter a mesma formação que os outros profissionais com nível hierárquico mais baixo. Desde que essa pessoa tenha em mente que precisará atuar para gerenciar bem as atividades e trazer resultados para a organização, não haverá grandes problemas. Isso pode culminar em certo preconceito por parte da equipe, mas, com inteligência e sabedoria na gestão de pessoas, esse profissional pode lidar e reverter a situação.

Para os que pretendem ocupar um cargo mais elevado, primeiro é preciso ter paciência e subir um degrau de cada vez, problema muito comum na Geração Y – jovens de até 30 anos – que tem o imediatismo como forte característica. E depois, que tenham em mente que é preciso livrar-se do unidirecionamento da visão da parte técnica e pensar mais nas ações coletivas e no modo com que suas habilidades podem contribuir para o bom desenvolvimento da empresa.

Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. Aos 35 anos, Grinberg tem em seu currículo passagem por várias multinacionais, como a diretoria Geral da Latin American Multichannel Advertising Council (LAMAC), além de uma carreira internacional tendo trabalhado em empresas como a Sony Pictures e Warner Bros. em Los Angeles. Renato é formado em Música e Filosofia pela FAAM, pós-graduado em administração de empresas pela UCLA e possui MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/generalistas_x_especialistas/23238/

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Onde estão as vagas?

Parece até irônico esta pergunta, mas é uma realidade. Existem inúmeras oportunidades de emprego espalhadas por aí; o problema está em saber "onde" estão.

Cidades do interior - e principalmente as pouco desenvolvidas economicamente - sofrem com a distribuição e aplicação de mão de obra. Ou seja, mesmo que as agências de emprego suem correndo a procura de vagas, algo que sempre existirá será o tal do QI - Que Indique!

A razão chega a ser de 9 para 1 os casos em que a influência de alguém dentro de uma empresa ajuda a colocar um amigo na mesma empresa. Em outras palavras, é muito mais fácil você conseguir um trabalho através dos "ajeitados" - porque alguém que trabalha lá 'arrumou' para você - do que sua competência profissinonal, e isso é o que tem dado muito prejuízo aos empresários. Mesmo sabendo que este tipo de atitude facilita a rápida admissão de uma pessoa, e por ser de 'confiança de uma outra que já atua ali', ela torna-se prejudicial ao colocar alguém que não se encaixa no cargo por não possuir as habilidades mínimas necessárias para atuar nela, ocasionando maiores custos tanto financeiros, produtivos, processuais quanto temporais e estratégicos. Isto quer dizer que quase sempre o barato sai caro!

Em suma, se você tem habilidades em determinadas áreas (vendas, escritório, operacionais, etc.), ou mesmo tem facilidade em se comunicar, em convencer nos debates pode usar destas vantagens para conquistar aquela vaga junto a um amigo que já atua lá. A não ser que você não tenha amigos e isso já é uma outra história...

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Sadigão" nasce com dívida de R$ 10,4 bilhões

Portal EXAME -

A empresa criada pela fusão entre a Sadia e a Perdigão, denominada de Brasil Foods, nascerá com uma dívida líquida de 10,4 bilhões de reais. A maior parte herdada da Sadia, que fechou o primeiro trimestre deste ano com uma dívida líquida de 6,8 bilhões de reais, sendo 47,5% desse valor com vencimento no curto prazo.

O montante é considerado por analistas bastante elevado quando comparado à capacidade de geração de caixa da nova empresa. A dívida líquida da Brasil Foods será equivalente a 4,5 vezes o lucro antes de juro, impostos, depreciações e amortizações (Ebtida). "O ideal seria a metade disso", ressalta Peter Ping Ho, analista da corretora Planner.

O alto endividamento da Brasil Foods ajuda a explicar a queda das ações das duas empresas na BM&FBovespa. Às 12h04, os papéis da Perdigão (PRGA3) tinham queda de 4,26%, as ações ordinárias da Sadia (SDIA3) caíam 7,08% e as preferenciais (SDIA4) recuavam 2,64%.

A origem da dívida

A situação da Sadia se complicou no ano passado, quando a empresa contabilizou 2,6 bilhões de reais de perdas com operações financeiras. A empresa apostou em derivativos de câmbio fora do BM&FBovespa - portanto, no mercado a termo.

Com medo de perder rentabilidade com as exportações devido à queda do dólar, a empresa montou contratos bilionários em que apostava na manutenção da tendência de fortalecimento do real.

Com a quebra do banco americano Lehman Brothers e o agravamento da crise do crédito em todo o mundo, a moeda americana disparou no Brasil e obrigou a Sadia a levantar bilhões de reais para arcar com os compromissos assumidos com os bancos que estavam na outra ponta dos contratos de derivativos.

Como equacionar a dívida

A fusão com a Perdigão não resolve de imediato o problema do endividamento da Sadia porque os acionistas vão receber ações - e não dinheiro – após a conclusão do negócio. O plano da Brasil Foods é realizar nos próximos meses uma oferta de ações com o objetivo de captar 4 bilhões de reais.

Os acionistas de Sadia e Perdigão terão prioridade na oferta, que será estendida ao mercado caso não seja completamente absorvida pelos acionistas. "Esse dinheiro servirá para dar fôlego à empresa. Assim, ela poderá se reestruturar, incorporar a sinergia gerada pela união e elevar sua geração de caixa. Mas não resolve de imediato o problema do endividamento", explica Ping Ho.

Se os recursos forem totalmente direcionados ao pagamento de dívidas, o endividamento da Brasil Food deverá recuar para cerca de 2,8 vezes o Ebtida, calcula o analista da Link Investimentos, Rafael Cintra.

O mercado esperava que o anúncio da fusão viesse acompanhado de um aporte de capital por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou ao menos de uma promessa do banco de que participará dessa operação de venda de ações.

EXAME apurou, no entanto, que isso não será anunciado agora porque o acordo com o BNDES ainda não está fechado. A Brasil Foods também não descartou uma injeção de recursos do banco no futuro, mas isso não foi suficiente para evitar a queda das ações das duas empresas nesta terça-feira na BM&FBovespa.

Apesar do forte passivo, a Brasil Food será a maior processadora de carne de frango do mundo, a décima maior empresa do setor alimentício das Américas e a segunda maior do Brasil, atrás somente da JBS-Friboi, com um faturamento anual de mais de 22 bilhões de reais.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/negocios/sadigao-nasce-divida-r-10-4-bilhoes-471353.html

sexta-feira, 15 de maio de 2009

I Desafio: O mercado de trabalho está em nossas mãos!

Quero colocar você no mercado!

Estou propondo um desafio que beneficiará uma pessoa que estiver desempregada auxiliarndo na sua entrada no mercado de trabalho como também testar (e mostrar) minhas habilidades como headhunter e coaching.
Mostrarei que o mercado de trabalho está acessível a todos, basta apenas esforço, dedicação e inteligência aplicada na área correta para que os frutos possam aparecer.

O Desafio é: Colocar um candidato (1º emprego)
no mercado de trabalho
em menos de 15 dias!
Gratuitamente!

E mais...

O Selecionado será treinado e orientado em várias áreas tais como:
  • Informática Básica
  • Manutenção de Micro
  • Noções de Rede de Computadores
  • Técnicas de Negociação
  • Técnicas de Vendas
  • Atendimento
  • Secretariado
  • Marketing
  • Produtividade
  • Inteligência Competitiva

Critérios para ser participar da seleção:

1. Nunca exerceu nenhuma atividade remunerada com ou sem carteira assinada
2. Ter renda per capta comprovada de meio salário mínimo
3. Não ter nem noções de informática básica
4. Estar disposto a realizar todas as atividades propostas
Inscrições
Somente por e-mail
Envie seu currículo para williamelliasrh@gmail.com
de 16/05 a 20/05
Com o assunto: Quero Participar - Desafio
Se você conhece alguém que precise e se encaixe nos critérios,
contate-a e envie o currículo dele(a).

Relações pessoais são o que mais ajuda a encontrar vaga

Estar desempregado não é motivo de vergonha para ninguém. Quem tem dificuldade de largar o pijama e se motivar se estiver em casa, pode procurar um cybercafé ou um escritório de um amigo, para dar um cenário mais profissional à empreitada da busca do emprego. Pode ser até mais saudável, porque o profissional irá conhecer mais gente.

"Tem pessoas que tendem a se esconder por vergonha, mas essa é a hora em que elas mais precisam aparecer. As relações pessoais são responsáveis por mais de 50% das recolocações", diz Elaine Saad, gerente-geral da Right Manager no Brasil.

Flávia Garbo, consultora da Luandre, lembra que os papéis podem se inverter. "Não pode se sentir constrangido de ligar para um colega. até porque, se hoje é ele quem precisa, amanhã pode ser o colega."

Além disso, é preciso flexibilidade: sem deixar o cronograma de lado, não permita que a agenda seja uma camisa-de-força. É necessário deixar horários livres, que serão ocupados pelas entrevistas de emprego que vierem, e fazer adaptações.

"O profissional deve jogar com sua agenda. Se teve dois encontros num dia, deixe mais tempo para a pesquisa no outro. Do mesmo modo como fazemos na nossa vida profissional", diz Saad.

Se quiser ocupar o dia com cursos, tome cuidado. Escolha aqueles de curta duração, de um dia ou no horário não comercial. Se você se comprometer com algo mais extenso e duradouro, pode ter problemas quando encontrar um novo emprego.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2008/09/28/ult880u7432.jhtm

URGENTE! Vaga para Vendedor

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vaga para Vendedor
Ambos os sexos
06 meses de experiência
Ensino Médio Completo
Informática Básica

*Vaga válida até hoje (o dia 15/05).

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Um Desafio Mútuo e Justo...


Quanto você pagaria por uma vaga de emprego?

Muitas pessoas estão a procura de uma oportunidade não apenas para ter dinheiro, mas para suprir as necessidades pessoais e/ou até familiares - alimentar os filhos, esposa, comprar roupas, remédios, etc. Até profissionais de "mãos cheias" se encontram em dificuldades, buscando uma chance no mercado de trabalho.

Entram em cena as Agências de Emprego. Umas dirigidas pelos governos, outras privadas oferecendo suas vagas de emprego, muitas ou poucas, mas insistentemente buscam no comércio, indústria ou serviços oportunidades para seus clientes. Até aqui nada de novo...

O caso começa a mudar quando nos deparamos com os valores investidos em prol da tão sonhada carteira assinada. Algumas agências oferecem serviços de orientação e capacitação, outras exigem que seja pago até um salário pela contratação; tempos depois, após passar o período de experiência (03 meses) o empregado se torna "ex", novamente. E começa tudo de novo. Com a diferença que está com um "tiquinho" de experiência a mais.

Frases como: "Aquele que tiver seu emprego, segure!" ou "Não está satisfeito com ele? Têm piores!" são muito comuns escutar de pessoas que não se valorizam e que não possuem muita criatividade. Não me canso de ouvir os conselhos de sábios que dizem "que é na crise que chovem oportunidades e potencialidades que nem imaginávamos existir e possuir"!

Proponho um desafio mútuo e justo:

Garanto que se você não conseguir um emprego e não gostar do que aprendeu, devolverei o valor investido! Eu oferecerei a estrutura e as ferramentas, mas o desempenho está em suas mãos. O resultado é por sua conta!

Contacte-me e contarei como é o desafio!

William Machado - williamelliasrh@gmail.com

Conheça-se! Faça um teste de autoconhecimento


Encontramos um excelente teste de autoconhecimento para que você possa identificar e desenvolver suas habilidades.




quarta-feira, 13 de maio de 2009

URGENTE!!! Vagas para Atendente de Farmácia

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vagas para Atendente de Farmácia
Ambos os sexos
06 meses de experiência
Informática Básica

*Vagas válidas até 13/05.

Conheça os erros mais comuns nos currículos



Achei uma seção interessante sobre os Erros mais comuns dos Currículos



e conheça-os!

Sua nova estratégia de carreira

A crise mudou o mercado de trabalho. Veja como direcionar seu crescimento a partir de agora

Até meados do ano passado, era bem possível que profissionais de bom desempenho, com formação acadêmica razoável e alguma visibilidade no mercado tivessem até cinco ou seis propostas de trabalho nas mãos. Também era comum que muitos deles trocassem de emprego todos os anos e, em compensação, ganhassem salários 20% ou 30% maiores e assumissem posições mais altas no escalão corporativo. “Se uma pessoa mudasse de trabalho todo ano, em cinco anos, seu salário poderia aumentar 100%”, diz Carlos Eduardo Ribeiro Dias, sócio-gerente da Asap, empresa que atua no recrutamento de executivos em cargos de início de carreira gerencial.

Com a crise econômica, no entanto, o cenário mundial mudou e, inevitavelmente, mudou também a velocidade com que surgem as oportunidades de crescimento. Se você planejava galgar uma promoção nós próximos 12 ou 24 meses, com salários cada vez mais polpudos, possivelmente esteja na hora de rever seu plano. “O que você precisa fazer é adaptá-lo ao atual cenário, que deve durar mais um ou dois anos”, diz Fernando Mantovani, diretor da empresa de recrutamento Robert Half, de São Paulo. Veja quais são as dicas para adaptar seu planejamento à nova realidade do mercado, sem perder a motivação nem desperdiçar oportunidades.

CAUTELA E PACIÊNCIA

O fato de haver menos oportunidades abertas no mercado não é um problema para sua carreira. Afinal, isso não quer dizer que nenhuma proposta vá surgir nos próximos meses. “Mesmo num momento como esse, as empresas continuam tendo uma rotatividade natural”, diz Fernando. Sempre haverá alguém que se aposenta ou que é desligado da empresa por mau desempenho. O momento exige mais cautela e paciência. Isso porque, quando a demanda é menor, é preciso pensar muito mais antes de aceitar uma proposta. “Se não der certo, talvez você não tenha outra oportunidade tão cedo”, diz Carlos Eduardo, da Asap. Sobre movimentos ousados, Rolando Pelliccia, diretor do Hay Group, consultoria de RH de São Paulo, é taxativo: “Decisões de risco devem ser evitadas”. De acordo com ele, não vale a pena neste momento assumir uma posição para a qual você não se sente totalmente preparado. “A cobrança sobre todos os profissionais está alta e não há tempo para aprendizado”, diz Rolando.

EDUCAÇÃO E NETWORKING

Uma boa forma de crescer durante a crise é investir na educação e antecipar o plano de fazer uma pós-graduação ou um curso técnico. “É fundamental aproveitar o período para melhorar sua formação em geral”, diz Luiz Valente, diretor-geral da Hays, multinacional especializada no recrutamento para média e alta gerência. Concentre-se em obter uma visão clara da realidade e das perspectivas da área e do setor em que você atua — um tipo de formação que melhora sua decisão. A educação executiva tem sempre a vantagem adicional de reforçar o networking. A mineira Helena Fulgêncio, de 31 anos, gerente de desenvolvimento sustentável do Grupo Santander Brasil, que o diga. Formada em engenharia civil, a profissional decidiu começar um MBA executivo na Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais, no início deste ano, para melhorar sua visão estratégica. “O fato de estarmos num momento de fusão, no banco, e de crise econômica, no mundo todo, fez com que eu antecipasse essa decisão e bancasse o custo”, diz ela, que acredita que o curso lhe possibilitará identificar oportunidades e abrir novas opções de crescimento. Em pouco tempo, sua preparação já surtiu alguns efeitos. Segundo ela, sua visão dos processos do banco já melhorou. “Passei a enxergar o grupo como um todo.” O MBA ainda permite que ela troque experiências com 60 pessoas de diversos segmentos.

MOVIMENTO LATERAL

Outra dica dos especialistas para desenvolver a carreira em tempos de crise é prestar atenção nas oportunidades internas que surgem na empresa. “É possível buscar uma progressão lateral, que talvez não traga aumento de cargo ou salário, mas com certeza aumentará sua empregabilidade e sua experiência”, diz Fernando Mantovani, da Robert Half. Foi o que fez a paulista Fabiana Casolari Cunha, de 36 anos, gerente de marketing da Kodak. Depois de passar seis anos na área de trade marketing da empresa, ela se candidatou ao cargo que ocupa atualmente. Para conquistar essa transferência, Fabiana fez um grande planejamento. A primeira medida foi comunicar a intenção de migrar, registrando seu objetivo no sistema de recrutamento interno da companhia.

A segunda etapa foi aprimorar as competências necessárias para o cargo, principalmente as relacionadas à gestão e liderança e coordenação de projetos. Por fim, Fabiana mudou seu comportamento. “Comecei a dar ‘pitacos’ onde não era chamada”, diz, brincando. “Sugeria uma ideia ou outra numa definição de estratégia, tentava demonstrar que, além de executar bem o meu trabalho em trade marketing, também poderia pensar estrategicamente”, diz. Além disso, tratou de absorver funções de duas áreas que, por causa de uma reestruturação da empresa, foram extintas. Em outubro do ano passado, em meio ao estouro da crise, Fabiana foi escolhida para o cargo de gerente de marketing, acumulando a área de trade marketing, que já era dela. A estratégia que fez para ser transferida, a preparação de liderança e a forma como demonstrou conhecimento foram decisivas para que fosse escolhida. “Se a empresa não me considerasse preparada, possivelmente eu seria substituída por alguém que pudesse comandar as duas áreas”, diz. Hoje, ela trabalha mais horas por dia, tem mais responsabilidades e se sente mais motivada, mesmo sem ter recebido qualquer aumento de salário.

COMEÇO, MEIO E FIM

Pelo menos até o próximo ano, a tendência, segundo os especialistas, é de que mudanças de cargos e salário ocorram com menor frequência. “Isso vai fazer com que cada passo na carreira de um profissional tenha começo, meio e fim”, diz Carlos Eduardo, da Asap. Por um lado, isso signifi ca ter de assumir as consequências pelos próprios atos. Por outro, os profissionais terão mais tempo para fechar cada ciclo e, de fato, deixar uma marca em cada posição que ocuparem. “Eles não vinham tendo tempo para isso porque logo eram seduzidos por alguma proposta mais atrativa”, diz o consultor. A recomendação, em geral, é aproveitar para planejar, executar e avaliar o que foi realizado. “Antes da crise, as pessoas só paravam para pensar na carreira quando eram demitidas”, diz Arthur Diniz, diretor da Crescimentum Consultoria, de São Paulo. “É um erro. Essa avaliação deveria ser feita com frequência”, diz. A dica é parar para pensar nos seus pontos fortes, nas especializações e nas competências que você ainda tem de desenvolver mas vive adiando. Procure ainda reavaliar seus objetivos pessoais. “O cenário atual estimula a reflexão”, diz Rolando, do Hay Group. Aproveite para pensar como você vai definir sucesso para sua carreira nos próximos anos.


Fonte: http://vocesa.abril.uol.com.br/edicoes/0131/aberto/materia/mt_468145.shtml

terça-feira, 12 de maio de 2009

Finalmente: Vagas de Emprego!

Depois de um tempo de jejum (e até assustador) apareceram algumas vagas ofertadas pela Agência do Trabalho de Pesqueira:

Vagas para Atendente de Consultório Odontológico
06 meses de experiência
Informática Básica

Vagas para Conferente de Faturas e Notas Fiscais
Ramo: Farmácia
06 meses de experiência como Auxiliar de Escritório ou Contalidade
Informática Básica

Vagas para Repositor em Supermercados
06 meses de experiência

Vagas para Balconista de Frios
06 meses de experiência

*Válidas até o dia 14/05.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Vai tentar estágio ou trainee? Veja como fazer o currículo

A primeira peneira em várias seleções de estágio e trainee é a análise de currículo. Mas, para quem nunca trabalhou e não vem de uma universidade de ponta, isso significaria pontos a menos desde o início?

Não, dizem as consultoras ouvidas pelo UOL Empregos. O currículo é um espaço em que o estudante pode mostrar outras habilidades e experiências que vão além do nome da faculdade em que estuda.

Em primeiro lugar, não se pode falar de currículo, mas sim de currículos: tenha um para cada área em que queria atuar, senão o recrutador vai achar que você anda atirando para todos os lados. O que vai mudar, basicamente, é o item Objetivo.

Quer atuar em um banco? Defina se quer a área financeira, de crédito ou de risco, por exemplo. "Você pode também, ao hierarquizar as informações dos itens do currículo, mostrar primeiro aquelas atividades ligadas à área", diz Renata Perrone, gerente de consultoria da assessoria de recursos humanos Ricardo Xavier.

Resuma tudo em uma única página e redobre as atenções com erros de português. E, a menos que você já tenha muita habilidade com criações gráficas e esteja concorrendo a vagas nessa área, não invente: use um tipo de letra já conhecida (as especialistas ouvidas pelo UOL Empregos sugerem Arial), de tamanho padrão (12) e na cor preta. "O candidato não pode ser lembrado pelo formato muito diferenciado do currículo, e sim pelas informações que está nele", diz a gerente da Ricardo Xavier.

O primeiro item é o nome do profissional, num tamanho de letra um pouco maior do que a usado no restante do texto (corpo 14, por exemplo). Em seguida vêm os dados pessoais: nacionalidade, idade (e não o ano em que nasceu, para evitar que o recrutador tenha de fazer contas), estado civil e os contatos (endereço, com bairro e CEP, telefone, celular e e-mail).

Importante: a conta de email tem de ser algo profissional: não use e-mails que tenham brincadeiras ou apelidos. Foto? Só inclua se a empresa pedir. Documentos? Não precisa. Isso ocorria porque as organizações buscavam o perfil de candidatos em cadastros de credores ou criminais, o que agora está proibido por lei.

No que você é bom

Carmen Alonso, coordenadora de treinamentos corporativos do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), diz que o currículo pode ter também uma categoria chamada de Qualificações, logo após o Objetivo, em que o candidato pode listar suas quatro principais competências. Mas como saber quais são elas? "Pela sua vocação. Veja o que faz na escola ou pergunte à família e aos professores. São habilidades como liderança, dinamismo, pontualidade, boa administração do tempo, facilidade de relacionamento interpessoal, perfil analítico [mais técnico], organização e foco em resultados", diz.

Para a coordenadora do Nube, os conhecimentos de informática também podem entrar aí. Já Renata Perrone acredita que seja bom criar um item Informática, mais perto do fim do currículo, descrevendo os programas que domina -- os mais requisitados são Office, PowerPoint e Excell.

Na Formação acadêmica, se ainda estiver estudando, indique a previsão de conclusão do curso, e não o semestre ou o período que cursa. O recrutador não pode ter dúvidas quanto ao tempo restante para o fim da graduação.

Na categoria Idiomas, nada de humildade excessiva. "Se você já fez algum curso de línguas na vida, mesmo que seu nível seja muito básico, tem de colocar, porque já é um diferencial", diz Renata Perrone. Por outro lado, não diga se é fluente caso não domine muito bem a língua. Vale mais escrever que está cursando o nível intermediário ou avançado.


Veja exemplo de um currículo e a matéria na íntegra aqui:

http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2008/09/09/ult880u7353.jhtm

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Vaga para Cozinheiro-Pasteleiro

A Agência do Trabalho está oferecendo:

Vaga para Cozinheiro-Pasteleiro
Experiência mínima de 06 meses (recomendada 12 meses)


*Vaga válida até o dia 08/05.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Um favor aqui, outro ali e a promoção vem

São Francisco de Assis, padroeiro dos pobres e dos oprimidos, poderá ter de ampliar suas funções e acumular funcionários de corporações em seu guarda-chuva de proteção. A proposta foi feita por Francis Flynn, professor de administração da Universidade de Columbia, que comprovou a eficiência da aplicação da máxima franciscana "é dando que se recebe" para obter um melhor desempenho dos profissionais de empresas no mesmo estágio da carreira.

Em sua pesquisa "Quanto Devo Dar e Com que Freqüência - Os Efeitos da Generosidade e Freqüência da Troca de Favores no Status Social e na Produtividade", Flynn identificou que os colegas de trabalho que fazem favores e os recebem no ambiente corporativo na mesma proporção são mais produtivos do que os outros mais "egoístas" ou "solícitos em demasia".

"Quando os funcionários descobrem mais sobre que tipo de colaboração podem oferecer a seus colegas, eles aprendem mais sobre as efetivas potencialidades de ajuda que cada um pode oferecer ao outro. Isso ocorre em especial com aqueles que praticam a generosidade com maior freqüência.", disse Flynn, em entrevista ao Valor, por telefone, de Nova York.

Uma outra correlação entre a troca de favores e a produtividade está na confiança que os empregados generosos despertam nos seus colegas, aumentando a possibilidade de oferta de ajuda. Isso porque eles ficam mais "crentes na reciprocidade". "É um bom exercício para aumentar a tolerância", comenta Flynn.

A troca de favores permite ainda o aumento da afinidade e uma maior compreensão do próximo, tanto de seus interesses como de seus valores. Esses fatores são importantes para elevar a produtividade e a criação de um ambiente de trabalho mais agradável.

As constatações de Flynn foram feitas a partir de uma pesquisa realizada com 161 engenheiros que trabalham para uma empresa de telecomunicação na região de São Francisco, na Califórnia - "mera coincidência", garante o autor. Na linha "é dando que se recebe", Flynn observou que os funcionários que fazem mais favores do que recebem são menos produtivos do que os outros que trabalham no esquema de reciprocidade. O ponto positivo é que eles são admirados, muito bem-vistos e têm uma reputação muito melhor.

Esse conjunto de adjetivos poderia levar a uma promoção, mas a boa imagem pode ficar comprometida pela análise dos resultados, uma vez que a produtividade dessas pessoas é mais baixa do que as das outras. E o pior: suas habilidades profissionais podem ser escondidas pelos favores. A recomendação do professor, portanto, é que haja uma dose equilibrada entre dar e receber. Com a moderação, a troca será mais efetiva para a produtividade e para o profissional.

Mas como que é um favor na empresa? O trabalho mostra que os favores trocados entre funcionários podem variar de uma pequena ajuda técnica a uma mãozinha na promoção do colega. Ele mapeou seus estudos com base em seis categorias de benefícios: informação, bens, serviços, status, dinheiro e amor.

Os favores estariam mais baseados em fontes concretas, como serviços (assistência), informação (conselho) e bens (equipamentos) do que em aspectos simbólicos, como amor e status. "O dinheiro está em outro domínio, o da economia", destaca.

Apesar da definição de categorias da realização de favores, eles não são tão simples de ser identificados pelos colegas. "Na média, os empregados acreditam que fizeram mais do que receberam. Há uma espécie de egocentrismo nas relações trabalhistas que não permite uma percepção real dos fatos", observa o autor.

Em outro estudo, intitulado "Identidade e Formas de Relacionamento Social em Organizações", o professor Flynn detectou que os funcionários de uma empresa sempre solicitam cooperação, mas a forma como essa relação se dá pode variar. Isso ocorre porque há três tipos de identidades para as relações na empresa: a individual, a relacional e a coletiva. "A diferença fundamental entre essas três é como a pessoa que recebe o favor se enxerga como um membro da relação inter-pessoal", observa o professor.

A cooperação na corporação é diferente das outras relações de troca de favores, em especial quando há uma combinação do tipo "eu o ajudo nisso e você me ajuda naquilo". "Numa troca de favores negociada, os atores estão focados nos benefícios tangíveis que eles podem obter ao participar da ação, ao contrário do que ocorre num favor social (fora da organização), no qual se espera, em geral, afeto", indica o trabalho.

As pessoas com identidade do tipo individual se caracterizam por sua auto-estima expandida e por fazerem comparações por meio de avaliações com os colegas que participam da troca de favores. São comuns os pensamentos: "Sou relativamente mais bem-sucedido do que meus colegas?".

Esses profissionais agem motivados por interesses próprios e não para o bem-estar do próximo. Por isso, preferem troca de favores em que a identidade do realizador da tarefa seja mantida e não neutralizada pelo coletivo. É uma espécie de toma lá dá cá. Nesse caso, vale o velho trocadilho: "vem a nós tudo, vosso reino, nada".

(Valor – 14/06/04)

Fonte: http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/executivos/info/artigos_150604.htm#1

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vaga - Operador de Caixa - Sanharó

A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:

Vaga para Operador de Caixa
Experiência Mínima de 06 meses
Ensino Médio Incompleto
Informática Básica
É necessário que resida em Sanharó

*Vaga válida até hoje - 04/05.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Entrevista com Luiz Wever - Consultor

Entrevista - Luiz Wever
por Camila Micheletti

Para se tornar um grande executivo, algumas características são imprescindíveis, como determinação, ousadia, paixão e até mesmo um pouco de sorte. Todas estas são características que Luiz Wever, consultor de carreira e diretor da BW Consultoria, apresenta de sobra. Após atuar por quase 12 anos na área de Marketing e Vendas em empresas como TecToy e Brastemp, Luiz esteve em contato com headhunters, e foi aí que surgiu a oportunidade para trabalhar na na Spencer Stuart, onde ficou por três anos, como consultor em Serviços, Bens de Consumo e Área Industrial. Porteriormente, passou pela TMP Worldwide, atuando como membro executivo das áreas Industrial e Health Care. Há 2 meses, aceitou o desafio de lançar sua própria empresa - a BW Consultoria -, em parceria com Francisco Britto, que é uma integradora de soluções de capital humano. Luiz afirma que "está concretizando um sonho antigo, de fazer um serviço mais especializado, com foco em executive search".
Confira, nesta entrevista exclusiva ao Empregos.com.br, o que Luiz pensa sobre jobhunting, liderança e como tem sido seu trabalho na nova empresa.

Empregos.com.br - O que fazer para ser próativo e manter-se competitivo no mercado?
Luiz Wever -
O executivo que quer manter sua empregabilidade hoje precisa apresentar algumas características e atitudes esperadas pelo mercado. São pessoas altamente empreendedoras, multiculturalistas, que vêem o mercado como um todo e não apenas na área em que ele atua, sabem analisar a empresa com foco no negócio, usam a informação e o conhecimento que eles já têm para escolherem um foco e serem melhores que os outros, são criativos, possuem uma liderança baseada na informação e nas experiências de carreira que ele já tem.

Empregos.com.br - Qual a melhor forma de buscar emprego hoje?
Luiz Wever -
O executivo aprendeu a buscar as oportunidades. Normalmente, o headhunter é contratado pela empresa que oferece as vagas, pode-se dizer que ele auxilia o executivo cerca de 10 a 15% na busca de vagas. O resto depende dele gerar oportunidades e se fazer perceber no mercado. A experiência é a soma de todos relacionamentos que ele teve ao longo da carreira. O profissional deve ser seu próprio gestor da busca por uma nova oportunidade. Aconselho também a estar sempre nos segmentos de conhecimento, identificar pontos fracos na carreira que precisam ser melhorados e ainda desenvolver a capacidade de relacionamento.

Empregos.com.br - Como tem sido o trabalho de vocês na BW Consultoria?
Luiz Wever -
Diferentemente de outras consultorias, que avaliam só o lado psicológico, no caso das consultorias de RH, ou então só o lado vivencial, no caso dos headhunters, nós utilizamos os dois critérios, buscamos avaliar a empresa da forma mais completa possível, para poder identificar suas necessidades de uma forma global. Analisamos ainda a cultura brasileira e o jeito brasileiro de fazer negócios, coisa que as grandes consultorias, provenientes dos Estados Unidos, não levam em conta. Também fazemos estruturaçvão dos conselhos de administração, auditoria do capital humano - no caso da empresa que está passando por um processo de fusão, por exemplo. Tomamos as decisões de acordo com o perfil dos funcionários e netregamos as ferramentas que a empresa precisa. Com isso, a organização sente que tem valor agregado, que pode atingir seus objetivos a partir dos resultados descobertos com o nosso trabalho.

Empregos.com.br - Você vem de uma experiência de Internet adquirida na TMP, que é sócia de um grande portal de empregos americano. Como pretende usar as facilidades da Web na sua nova empresa?
Luiz Wever -
Ainda não está nada definido, mas estamos estudando uma aliança com uma ferramenta de internet sim. Acredito que a Internet facilita e muito a busca de profissionais, mas ao mesmo tempo tem seu lado ruim porque a busca virou uma comoditie hoje. O banco de dados da BW já tem mais de 20 mil executivos, mas queremos muito mais.

Empregos.com.br - Você e seu sócio, Francisco Britto, acabam de lançar um livro. Conte-me um pouco sobre este projeto.
Luiz Wever -
O livro "Vivendo, Aprendendo & Ensinando" conta a história de 25 executivos e suas trajetórias de sucesso. São nomes como Álvaro de Souza (Citibank), Ana Carmen Longobardi (Talent), Elena Landau (Elandau), Fernando Xavier (Telefônica), Francisco Gros (BNDES), Nizan Guanaes (IG), entre outros. Com base nas experiências dos líderes, o livro mostra caminhos que podem ser seguidos pelas empresas. As empresas precisam entender que que as coisas precisam se reinventar, é necessário um novo posicionamento da companhia no mercado.

Fonte: http://www.empregos.com.br/