A Lord Treinamentos, especializada em Qualificação Profissional e em Soluções empresariais em Gestão de Pessoas e Gestão de Negócios para Micro e Pequenas Empresas (MPE), assumirá o presente blog a partir do dia 21 de dezembro de 2009 com os mesmos propósitos de divulgar oportunidades de emprego, dicas, cursos, pesquisas, vídeos, artigos e reportagens em geral, além de promover eventos de desenvolvimento social.
Com um modelo de negócios ímpar para o mercado local, a Lord Treinamentos proporcionará avanços significativos no desenvolvimento da força de trabalho, otimização na gestão das empresas parceiras e com ações conjuntas com órgãos públicos para o desenvolvimento social das cidades da região.
Portanto, dada as circunstâncias atuais, pedimos desculpas pelos atrasos em atualizar o blog. Porém, deixamos claro que a cidade de Pesqueira e as circunvizinhas não serão a mesma depois da presença e atuação da Lord Treinamentos.
Rumo aos novos horizontes!
Shalom!
sábado, 14 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Mais vagas!!!
A Agência do Trabalho de Pesqueira está oferecendo:
Ensino Médio completo
Informática básica
Experiência mínima de 06 meses
Ensino Médio completo
Informática básica
*Válidas até o dia 09/11/09.
Vaga para Vendedor de Loja*
Experiência mínima de 06 meses Ensino Médio completo
Informática básica
Vaga para Gerente de Loja*
Experiência mínima de 06 meses
Ensino Médio completo
Informática básica
Vaga para Padeiro
Experiência mínima de 06 meses Vaga para Montador de Móveis
Experiência mínima de 06 meses *Válidas até o dia 09/11/09.
Contatos: 87-3835.8207 ou pesqueira@agenciadotrabalho.pe.gov.br
_________________________________
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Mais de 50% dos líderes de TI dizem que falta de talentos tem limitado a produtividade
Além disso, 50% deles afirmaram que a falta de talentos tem limitado a habilidade da empresa de inovar, um quesito importante para que a área de tecnologia traga benefícios para os negócios.
Com esses impactos, a falta de talento também tem dificultado o crescimento de TI, fator indicado por 58% dos entrevistados, além da qualidade do trabalho desenvolvido, apontada por 53%.
A pesquisa também indicou que os líderes pretendem fazer novas contratações nos próximos três ou cinco anos, sendo que 47% esperam ver um crescimento de 5% na força de trabalho, neste período.
Recomendações
Tendo esses problemas em vista, a Deloitte faz algumas recomendações aos líderes, no gerenciamento da equipe. Segundo a organização, os CIOs precisam estabelecer funções e responsabilidades claras para a equipe.
Além disso, a empresa indica os líderes a explorarem formas mais inovadoras de gerenciamento da equipe, além de melhorar a análise e o planejamento das habilidades dos membros da equipe.
Períodos curtos nas empresas podem prejudicar o profissional?
Muitas razões podem fazer com que um profissional não fique muito tempo em uma empresa: não se adapta, não alcança as metas, consegue melhor oportunidade em outra instituição ou se refere a um ordenamento interno. Mas, isso pode prejudicá-lo na hora de buscar outro emprego?
A psicóloga e responsável pelos Recursos Humanos da Siegen, Maria Paula Bartolozzi acredita que sim, passagens curtas por empresas acabam depondo contra o profissional na busca por uma nova oportunidade. “É mais provável que a instabilidade esteja atrelada ao fato do profissional ser pouco flexível ou não cumpridor de regras, em vez de, a empresa ser a causadora de alta rotatividade. O recrutador que recebe e aprecia um Curriculun Vitae ao se deparar com estas breves passagens, cria um ponto de interrogação do porque de espaços tão curtos em cada empresa”, afirma.
Maria Paula relata, ainda, que até os jovens profissionais em inicio de carreira devem tomar alguns alertas em relação há diversas passagens curtas por diferentes empresas. “Nem mesmo os estágios são bem vistos quando o jovem passa em um menor espaço de seis meses. Desde cedo o profissional deve estar atento que qualquer empresa é uma organização, a qual, ele deve adaptar-se e fazer o máximo para fixar-se e ter oportunidade de desenvolvimento”, afirma à especialista.
A pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009”, realizada pela Catho Online remete essa tendência e aponta que 89,3% dos executivos de grandes cargos (presidentes e diretores) têm alguma restrição a profissionais que já passaram, em períodos curtos, por outras corporações.
Durante o processo de contratação, diversos aspectos são levados em consideração. Sem sombra de dúvida, o histórico profissional é um dos temas de maior relevância. Maria Bartolozzi ressalta que caso estejam lidando com um profissional que já passou por muitas empresas em intervalos pequenos, é importante saber as razões das saídas precoces. “Cabe ao avaliador questionar os motivos que levaram a saída do profissional das empresas em que passou, claro que às vezes o motivo pode ter sido totalmente de responsabilidade da estrutura do contratante. Cabe ressaltar que é fundamental conferir as referências nas empresas citadas no CV do candidato”.
É importante lembrar que, apesar de toda organização possuir suas características próprias, a maioria das regras internas são comuns a qualquer empresa. Por isso, é bom avaliar os prós e contras da empresa que está no momento antes de pensar em mudar de emprego, para não fazer uma má escolha.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/periodos_curtos_nas_empresas_podem_prejudicar_o_profissional/27426/
A psicóloga e responsável pelos Recursos Humanos da Siegen, Maria Paula Bartolozzi acredita que sim, passagens curtas por empresas acabam depondo contra o profissional na busca por uma nova oportunidade. “É mais provável que a instabilidade esteja atrelada ao fato do profissional ser pouco flexível ou não cumpridor de regras, em vez de, a empresa ser a causadora de alta rotatividade. O recrutador que recebe e aprecia um Curriculun Vitae ao se deparar com estas breves passagens, cria um ponto de interrogação do porque de espaços tão curtos em cada empresa”, afirma.
Maria Paula relata, ainda, que até os jovens profissionais em inicio de carreira devem tomar alguns alertas em relação há diversas passagens curtas por diferentes empresas. “Nem mesmo os estágios são bem vistos quando o jovem passa em um menor espaço de seis meses. Desde cedo o profissional deve estar atento que qualquer empresa é uma organização, a qual, ele deve adaptar-se e fazer o máximo para fixar-se e ter oportunidade de desenvolvimento”, afirma à especialista.
A pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009”, realizada pela Catho Online remete essa tendência e aponta que 89,3% dos executivos de grandes cargos (presidentes e diretores) têm alguma restrição a profissionais que já passaram, em períodos curtos, por outras corporações.
Durante o processo de contratação, diversos aspectos são levados em consideração. Sem sombra de dúvida, o histórico profissional é um dos temas de maior relevância. Maria Bartolozzi ressalta que caso estejam lidando com um profissional que já passou por muitas empresas em intervalos pequenos, é importante saber as razões das saídas precoces. “Cabe ao avaliador questionar os motivos que levaram a saída do profissional das empresas em que passou, claro que às vezes o motivo pode ter sido totalmente de responsabilidade da estrutura do contratante. Cabe ressaltar que é fundamental conferir as referências nas empresas citadas no CV do candidato”.
É importante lembrar que, apesar de toda organização possuir suas características próprias, a maioria das regras internas são comuns a qualquer empresa. Por isso, é bom avaliar os prós e contras da empresa que está no momento antes de pensar em mudar de emprego, para não fazer uma má escolha.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/periodos_curtos_nas_empresas_podem_prejudicar_o_profissional/27426/
As duas faces da moeda: A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?
Dicas preciosas!!!
Pare agora por alguns segundos e olhe ao redor da sua mesa do computador. Então, ela está organizada ou está cheia de papéis e canetas espalhadas, livros e documentos empilhados, ou seja, uma bagunça? Muitos especialistas afirmam que manter o ambiente de trabalho organizado gera melhor desempenho profissional e facilita o andamento das tarefas no decorrer do dia.
O consultor do IDORT/SP, Édson Herrero, revela que tudo faz a diferença na hora de buscar um espaço físico de trabalho mais saudável e leve. “A desorganização física gera desorganização mental e, portanto, perda de concentração, produtividade, criatividade, serenidade e paz no ambiente do trabalho. Um ambiente físico, minimamente cuidado, limpo, organizado e planejado, faz toda a diferença na obtenção de mais e melhores resultados, além, é claro, de prevenir o estresse”.
Só que em alguns casos, não são apenas os funcionários que necessariamente são os principais causadores de um ambiente desordenado. Muitas vezes a própria corporação não colabora para um ambiente mais organizado. Ainda é recorrente em empresas de diversos portes, encontrar pilhas de papéis e documentos à espera de arquivamento.
Édson Herreo diz que o melhor a fazer é que os colegas de trabalho se unam para achar um meio factível de organização no ambiente, apesar dos estilos diferentes de cada pessoa. “Sabemos também que as pessoas têm manias e jeito de ver as coisas muito distintas, para alguns, a organização e a disciplina no ambiente de trabalho não fazem o menor sentido, para outros, no entanto, o dia não acontece sem o mínimo de organização, mas é preciso arrumar um ‘meio termo’ para eliminar o excesso de materiais sem utilidade aglomerado”.
Laudemir Valente, CEO da Novateccorp, aponta que o avanço da tecnologia fez com que o arquivamento on-line se tornasse outra forma de solucionar os problemas do acúmulo de papéis para as corporações. “Ao digitalizar e arquivar eletronicamente os documentos, departamentos e empresas ganham mais agilidade e segurança na manipulação das informações. De forma eficiente é possível dar um fim na papelada e ainda colaborar positivamente no desempenho dos profissionais, dos setores e das empresas”, finaliza.
Muitas vezes, o rendimento de um profissional pode melhorar com simples cronogramas e um gerenciamento do tempo e das atividades mais concretas. Édson Herrero aponta algumas dicas para as pessoas que querem, mas não conseguem ser organizadas no trabalho.
• Planeje seu dia fazendo uma lista de prioridades;
• Siga a lista;
• Não burle o planejado;
• Identifique os recursos mínimos que você necessitará para cumprir o planejado (sala, equipamentos, recursos virtuais, telefone, pessoas, prazos, fluxos e etc.);
• Priorize o importante e não o urgente. Lembre-se: o importante é seu, o urgente é do outro que não se planejou;
• O ambiente físico do trabalho deve ser confortável, acessível e seguro para você, sem, no entanto, invadir o espaço aéreo dos colegas que também tem seu próprio estilo. O ambiente de trabalho é coletivo, portanto, negocie sempre;
• Faça sua parte: guarde, arrume, esvazie, recicle, limpe e etc. Isto vale para sua área de trabalho e, também, para áreas comuns, como banheiros, restaurante, corredores, estações de trabalho, espaço do café, pc´s e notebooks, entre outros. As equipes responsáveis pela limpeza dos ambientes no local de trabalho são colaboradores como você (geralmente tercerizados), elas obedecem a um fluxo de trabalho e não executam trabalho escravo. Exerça seu papel cidadão dentro da empresa.
A organização no ambiente de trabalho começa por dedicar-se, entre outras coisas, a gerenciar o tempo e o espaço.
Na segunda matéria da reportagem “Parte 2 / As duas faces da moeda: A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?”, os autores do livro “Uma Bagunça Perfeita”, Eric Abrahamson e David H. Freedman dão o contraponto e revelam que a desorganização pode tornar o sistema mais eficiente no mundo coorporativo.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/as_duas_faces_da_moeda_a_bagunca_pode_prejudicar_o_rendimento_profissional/27427/
Pare agora por alguns segundos e olhe ao redor da sua mesa do computador. Então, ela está organizada ou está cheia de papéis e canetas espalhadas, livros e documentos empilhados, ou seja, uma bagunça? Muitos especialistas afirmam que manter o ambiente de trabalho organizado gera melhor desempenho profissional e facilita o andamento das tarefas no decorrer do dia.
O consultor do IDORT/SP, Édson Herrero, revela que tudo faz a diferença na hora de buscar um espaço físico de trabalho mais saudável e leve. “A desorganização física gera desorganização mental e, portanto, perda de concentração, produtividade, criatividade, serenidade e paz no ambiente do trabalho. Um ambiente físico, minimamente cuidado, limpo, organizado e planejado, faz toda a diferença na obtenção de mais e melhores resultados, além, é claro, de prevenir o estresse”.
Só que em alguns casos, não são apenas os funcionários que necessariamente são os principais causadores de um ambiente desordenado. Muitas vezes a própria corporação não colabora para um ambiente mais organizado. Ainda é recorrente em empresas de diversos portes, encontrar pilhas de papéis e documentos à espera de arquivamento.
Édson Herreo diz que o melhor a fazer é que os colegas de trabalho se unam para achar um meio factível de organização no ambiente, apesar dos estilos diferentes de cada pessoa. “Sabemos também que as pessoas têm manias e jeito de ver as coisas muito distintas, para alguns, a organização e a disciplina no ambiente de trabalho não fazem o menor sentido, para outros, no entanto, o dia não acontece sem o mínimo de organização, mas é preciso arrumar um ‘meio termo’ para eliminar o excesso de materiais sem utilidade aglomerado”.
Laudemir Valente, CEO da Novateccorp, aponta que o avanço da tecnologia fez com que o arquivamento on-line se tornasse outra forma de solucionar os problemas do acúmulo de papéis para as corporações. “Ao digitalizar e arquivar eletronicamente os documentos, departamentos e empresas ganham mais agilidade e segurança na manipulação das informações. De forma eficiente é possível dar um fim na papelada e ainda colaborar positivamente no desempenho dos profissionais, dos setores e das empresas”, finaliza.
Muitas vezes, o rendimento de um profissional pode melhorar com simples cronogramas e um gerenciamento do tempo e das atividades mais concretas. Édson Herrero aponta algumas dicas para as pessoas que querem, mas não conseguem ser organizadas no trabalho.
• Planeje seu dia fazendo uma lista de prioridades;
• Siga a lista;
• Não burle o planejado;
• Identifique os recursos mínimos que você necessitará para cumprir o planejado (sala, equipamentos, recursos virtuais, telefone, pessoas, prazos, fluxos e etc.);
• Priorize o importante e não o urgente. Lembre-se: o importante é seu, o urgente é do outro que não se planejou;
• O ambiente físico do trabalho deve ser confortável, acessível e seguro para você, sem, no entanto, invadir o espaço aéreo dos colegas que também tem seu próprio estilo. O ambiente de trabalho é coletivo, portanto, negocie sempre;
• Faça sua parte: guarde, arrume, esvazie, recicle, limpe e etc. Isto vale para sua área de trabalho e, também, para áreas comuns, como banheiros, restaurante, corredores, estações de trabalho, espaço do café, pc´s e notebooks, entre outros. As equipes responsáveis pela limpeza dos ambientes no local de trabalho são colaboradores como você (geralmente tercerizados), elas obedecem a um fluxo de trabalho e não executam trabalho escravo. Exerça seu papel cidadão dentro da empresa.
A organização no ambiente de trabalho começa por dedicar-se, entre outras coisas, a gerenciar o tempo e o espaço.
Na segunda matéria da reportagem “Parte 2 / As duas faces da moeda: A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?”, os autores do livro “Uma Bagunça Perfeita”, Eric Abrahamson e David H. Freedman dão o contraponto e revelam que a desorganização pode tornar o sistema mais eficiente no mundo coorporativo.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/as_duas_faces_da_moeda_a_bagunca_pode_prejudicar_o_rendimento_profissional/27427/
Como conquistar o emprego dos sonhos?
Quando questionadas sobre qual seria seu emprego dos sonhos, essas são algumas das respostas que costumamos ouvir das pessoas. Algumas têm coragem para expor essas vontades. Outras sonham com isso secretamente, pois entendem que é pouca a possibilidade desse sonho se tornar real.
Porém, se pudéssemos trazer o tão falado emprego dos sonhos para uma realidade palpável, como ele seria? Existe um ideal tangível para emprego dos sonhos? Por mais difícil que seja acreditar, sim, existe. De primeira impressão, podemos pensar que ele se materialize na forma de ganhar dinheiro, benefícios, ter conforto. Mas conversando com os especialistas a respeito, descobrimos uma outra realidade; os profissionais não querem só bens materiais. Eles querem, na grande maioria das vezes, se sentir úteis, insubstituíveis, ter oportunidades de crescer e de contribuir. Eles querem desenvolvimento de carreira. Querem desafios.
Segundo Tânia Rodrigues, psicóloga com atuação em psicoterapia e orientação profissional, o emprego dos sonhos deveria ser aquele passível de realização, e com isso, compatível com o perfil e as competências da pessoa que sonha. “Se conseguirmos um equilíbrio entre o princípio da realidade (ela e seu atual emprego) e o princípio do prazer (ela e o seu emprego ideal), teremos condições de realizar nossos sonhos profissionais. O profissional deveria se questionar da seguinte forma: ‘qual o emprego dos meus sonhos diante das minhas prioridades, e o que eu preciso desenvolver para conquistá-lo?’”, diz Tânia.
Isso mostra que o sonho profissional é conquistável. Porém, é importante realçar que ele depende de muito autoconhecimento. Se a pessoa conhece suas características, seus pontos fortes e fracos, seus anseios, suas prioridades, ela poderá desenhar esse sonho de forma a ser mais compatível com sua realidade, e, dessa forma, identificar uma estratégia para alcançá-lo.
Ruy Shiozawa, CEO do Instituto Great Place to Work, que avalia funcionários e empregadores para entender o que torna um ambiente excelente para se trabalhar, diz que quando perguntam para as pessoas ‘o que te faz querer permanecer aqui nessa empresa?’, a resposta com maior incidência é: oportunidade de desenvolvimento de carreira. E para ele, isso é um ideal tangível. “O que as pessoas apontam não é salário, não é número, não é benefício. Elas querem, de fato, oportunidade de se desenvolver. E isso não necessariamente envolve aumento de cargo ou de salário. Mas, oportunidade profissional para darem o melhor de si, para utilizar toda a sua capacidade”, informa.
Oportunidade de desenvolvimento de carreira implica em obter novos desafios. Segundo as pesquisas, os profissionais querem sentir que estão aproveitando suas habilidades, competências, e que podem sonhar, vislumbrar, que ali está uma possibilidade real de evolução. “Por esse motivo, construir um bom ambiente de trabalho não depende do porte ou tamanho de empresa. Senão estaríamos dizendo que uma empresa maior oferece mais oportunidades de crescimento para seus funcionários, o que não é verdade. Você pode ter uma empresa pequena, mas que seja muito apreciada por ser funcionários, pois eles percebem que lá podem ser eles mesmos, aplicar seus conhecimentos. Percebem que são estimulados, e isso é que é desenvolvimento. Claro que as pessoas gostam de cargos e de altos salários. Mas se fosse só isso, o que aconteceria é que elas se sentiriam muito alegres e realizadas no primeiro momento, mas logo depois essa sensação iria acabar. Quando a oportunidade de crescer é real, ela independe de cargos. Ela está lá sempre. É uma diferença sutil, mas importante”, explica Ruy.
Também é preciso considerar que o conceito de emprego dos sonhos realizável varia de uma pessoa que está entrando no mercado de trabalho agora para outra já mais experiente. Segundo Tânia, isso acontece pois as expectativas e necessidades de uma pessoa em começo de carreira são bem diferentes dos objetivos daqueles já experientes na profissão. “No primeiro caso, o profissional está, geralmente, focado nas oportunidades de aprendizado, na diversidade de experiências e no crescimento profissional. No segundo, ele privilegia a identificação dos seus valores com a empresa, na qualidade de vida, na relação positiva (custo/benefício) entre empresa e colaborador, e, claro, no seu desenvolvimento”, diz ela.
Tânia e Ruy concordam que, muito do que se pensa ser o emprego dos sonhos, tem a ver com a satisfação para com o lugar em que se trabalha. Tânia diz que, como nós, seres humanos, somos insatisfeitos por natureza, o fator mais determinante seria a insatisfação; o que nos falta no lugar atual será o que ansiamos em um novo lugar, ou novo papel. E a satisfação do funcionário para com a empresa, assim como o grau de maturidade do funcionário para lidar com as insatisfações, influenciam na estabilidade profissional.
Dentro dessa relação, Ruy julga ser importante observar que um profissional pode gostar muito da empresa em que trabalha, pois ela tem uma marca forte, é reconhecida no mercado, mas caso seu líder imediato seja uma pessoa que não dá oportunidade, não o estimula a desenvolver-se, ele será capaz de abandonar o emprego mesmo sabendo que a empresa é excelente. “O nome, a marca da empresa, o que ela faz, é claro que são aspectos importantes, mas a relação com a chefia imediata, com o líder direto, ainda é muito mais. Isso é muito relevante ao se falar sobre lugares ideais para trabalhar e emprego dos sonhos”, diz Ruy.
Segundo as pesquisas de Ruy e do instituto Great Place to Work, uma empresa excelente para se trabalhar é caracterizada por três grandes dimensões: o profissional confia nas pessoas para quem trabalha (esfera da confiança, que compreende a relação entre o funcionário e seu líder imediato), ele tem orgulho do trabalho que realiza e da empresa para que trabalha (esfera do orgulho, da relação entre o profissional e seu trabalho em si) e tem bom relacionamento com os colegas, existe espírito de equipe (esfera da camaradagem e das relações interpessoais). Tudo isso faz com que o profissional deseje estar numa empresa e, estando lá, se sinta feliz e realizado.
De fato, é muito difícil agradar o ser humano. Temos a tendência a, assim que conquistamos um objetivo, ficarmos insatisfeito de novo. Pensando nisso, poderíamos definir o emprego dos sonhos como aquele que proporcionasse ao profissional um desafio novo todos os dias. Porém, conforme a psicóloga Tânia, nem todas as pessoas gostam de estar sempre frente a novos desafios, e apesar da felicidade ser um conceito subjetivo, ela é, de certa forma, efêmera. “Porém, enquanto o indivíduo se sentir feliz no emprego, este é o emprego ideal (ou o mais próximo do chamado emprego dos sonhos)”, finaliza.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/como_conquistar_o_emprego_dos_sonhos/27429/
Porém, se pudéssemos trazer o tão falado emprego dos sonhos para uma realidade palpável, como ele seria? Existe um ideal tangível para emprego dos sonhos? Por mais difícil que seja acreditar, sim, existe. De primeira impressão, podemos pensar que ele se materialize na forma de ganhar dinheiro, benefícios, ter conforto. Mas conversando com os especialistas a respeito, descobrimos uma outra realidade; os profissionais não querem só bens materiais. Eles querem, na grande maioria das vezes, se sentir úteis, insubstituíveis, ter oportunidades de crescer e de contribuir. Eles querem desenvolvimento de carreira. Querem desafios.
Segundo Tânia Rodrigues, psicóloga com atuação em psicoterapia e orientação profissional, o emprego dos sonhos deveria ser aquele passível de realização, e com isso, compatível com o perfil e as competências da pessoa que sonha. “Se conseguirmos um equilíbrio entre o princípio da realidade (ela e seu atual emprego) e o princípio do prazer (ela e o seu emprego ideal), teremos condições de realizar nossos sonhos profissionais. O profissional deveria se questionar da seguinte forma: ‘qual o emprego dos meus sonhos diante das minhas prioridades, e o que eu preciso desenvolver para conquistá-lo?’”, diz Tânia.
Isso mostra que o sonho profissional é conquistável. Porém, é importante realçar que ele depende de muito autoconhecimento. Se a pessoa conhece suas características, seus pontos fortes e fracos, seus anseios, suas prioridades, ela poderá desenhar esse sonho de forma a ser mais compatível com sua realidade, e, dessa forma, identificar uma estratégia para alcançá-lo.
Ruy Shiozawa, CEO do Instituto Great Place to Work, que avalia funcionários e empregadores para entender o que torna um ambiente excelente para se trabalhar, diz que quando perguntam para as pessoas ‘o que te faz querer permanecer aqui nessa empresa?’, a resposta com maior incidência é: oportunidade de desenvolvimento de carreira. E para ele, isso é um ideal tangível. “O que as pessoas apontam não é salário, não é número, não é benefício. Elas querem, de fato, oportunidade de se desenvolver. E isso não necessariamente envolve aumento de cargo ou de salário. Mas, oportunidade profissional para darem o melhor de si, para utilizar toda a sua capacidade”, informa.
Oportunidade de desenvolvimento de carreira implica em obter novos desafios. Segundo as pesquisas, os profissionais querem sentir que estão aproveitando suas habilidades, competências, e que podem sonhar, vislumbrar, que ali está uma possibilidade real de evolução. “Por esse motivo, construir um bom ambiente de trabalho não depende do porte ou tamanho de empresa. Senão estaríamos dizendo que uma empresa maior oferece mais oportunidades de crescimento para seus funcionários, o que não é verdade. Você pode ter uma empresa pequena, mas que seja muito apreciada por ser funcionários, pois eles percebem que lá podem ser eles mesmos, aplicar seus conhecimentos. Percebem que são estimulados, e isso é que é desenvolvimento. Claro que as pessoas gostam de cargos e de altos salários. Mas se fosse só isso, o que aconteceria é que elas se sentiriam muito alegres e realizadas no primeiro momento, mas logo depois essa sensação iria acabar. Quando a oportunidade de crescer é real, ela independe de cargos. Ela está lá sempre. É uma diferença sutil, mas importante”, explica Ruy.
Também é preciso considerar que o conceito de emprego dos sonhos realizável varia de uma pessoa que está entrando no mercado de trabalho agora para outra já mais experiente. Segundo Tânia, isso acontece pois as expectativas e necessidades de uma pessoa em começo de carreira são bem diferentes dos objetivos daqueles já experientes na profissão. “No primeiro caso, o profissional está, geralmente, focado nas oportunidades de aprendizado, na diversidade de experiências e no crescimento profissional. No segundo, ele privilegia a identificação dos seus valores com a empresa, na qualidade de vida, na relação positiva (custo/benefício) entre empresa e colaborador, e, claro, no seu desenvolvimento”, diz ela.
Tânia e Ruy concordam que, muito do que se pensa ser o emprego dos sonhos, tem a ver com a satisfação para com o lugar em que se trabalha. Tânia diz que, como nós, seres humanos, somos insatisfeitos por natureza, o fator mais determinante seria a insatisfação; o que nos falta no lugar atual será o que ansiamos em um novo lugar, ou novo papel. E a satisfação do funcionário para com a empresa, assim como o grau de maturidade do funcionário para lidar com as insatisfações, influenciam na estabilidade profissional.
Dentro dessa relação, Ruy julga ser importante observar que um profissional pode gostar muito da empresa em que trabalha, pois ela tem uma marca forte, é reconhecida no mercado, mas caso seu líder imediato seja uma pessoa que não dá oportunidade, não o estimula a desenvolver-se, ele será capaz de abandonar o emprego mesmo sabendo que a empresa é excelente. “O nome, a marca da empresa, o que ela faz, é claro que são aspectos importantes, mas a relação com a chefia imediata, com o líder direto, ainda é muito mais. Isso é muito relevante ao se falar sobre lugares ideais para trabalhar e emprego dos sonhos”, diz Ruy.
Segundo as pesquisas de Ruy e do instituto Great Place to Work, uma empresa excelente para se trabalhar é caracterizada por três grandes dimensões: o profissional confia nas pessoas para quem trabalha (esfera da confiança, que compreende a relação entre o funcionário e seu líder imediato), ele tem orgulho do trabalho que realiza e da empresa para que trabalha (esfera do orgulho, da relação entre o profissional e seu trabalho em si) e tem bom relacionamento com os colegas, existe espírito de equipe (esfera da camaradagem e das relações interpessoais). Tudo isso faz com que o profissional deseje estar numa empresa e, estando lá, se sinta feliz e realizado.
De fato, é muito difícil agradar o ser humano. Temos a tendência a, assim que conquistamos um objetivo, ficarmos insatisfeito de novo. Pensando nisso, poderíamos definir o emprego dos sonhos como aquele que proporcionasse ao profissional um desafio novo todos os dias. Porém, conforme a psicóloga Tânia, nem todas as pessoas gostam de estar sempre frente a novos desafios, e apesar da felicidade ser um conceito subjetivo, ela é, de certa forma, efêmera. “Porém, enquanto o indivíduo se sentir feliz no emprego, este é o emprego ideal (ou o mais próximo do chamado emprego dos sonhos)”, finaliza.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/como_conquistar_o_emprego_dos_sonhos/27429/
Assinar:
Postagens (Atom)